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terça-feira, 15 de março de 2011

Fases da minha Vida - Blogagem Coletiva



Estão vendo esta moça de lábios carnudos aí em cima, sou eu, aos 32 anos, uma fase incrível na minha vida, talvez a mais importante, num dos intervalos de amamentação logo após o nascimento de meu filho Daniel Ely em janeiro de 1985.

Pois é, tive meu filho aos 32 anos de idade, dois anos após ter me casado, pois queria curtir um intervalo de tempo com meu marido, interagir, conhecer melhor,  como é quando a gente junta as escovas de dentes definitivamente e para sempre até que a morte nos separe.

Naqueles tempos, eu ainda trabalhava fora e fui assim até meu bebê completar 8 meses e meio na barriga, só parando quando ele nasceu para entregar-me de corpo e alma neste projeto lindo e sublime de ser mãe.

E sabem, eu não fui criada nem direcionada para o casamento e nem para  ser mãe, mas sim para estudar e trabalhar fora, ser uma mulher independente , coisa que minha mãe não teve oportunidade nem tempo, logo
vieram os filhos e o trabalho de casa que absorveu-a durante toda a vida.

Mas, voltando à foto, a esta imagem de moça  que vocês estão vendo e que eu não via e que não achava nada legal, estava à beira de uma depressão,  mesmo ouvindo do marido e dos amigos que não aparentava ter aquela idade que eu estava ótima, não adiantava, nada disso me convencia, porque lá dentro da minha cabecinha eu era velha, principalmente por ter tido um filho naquela idade toda – 32 anos – imaginem só!

No dia em que meu marido fez esta foto eu estava meio sonolenta, nem queria ser fotografada, lembro-me bem, porque o Daniel não dormia a noite toda, sempre chorando de fome e eu não fazia outra coisa na vida a não ser pensar em alimentá-lo e fazê-lo ficar satisfeito, consequentemente engordá-lo que era o meu maior sonho, já que tinha uma vizinha no apartamento ao lado que havia tido neném quase na mesma data que eu e o  dela, só engordava e dormia como um porquinho feliz e rosado.
Então, eu vivia chorando junto com meu filho e naqueles idos não tinha esse monte de dicas dadas pela TV ou por revistas, como é o caso da tal
Encantadora de Bêbes que tem pela televisão e por livro, facilitando a vida das jovens mamães hoje em dia.

Para completar esse estado de ansiedade e canseira, meu marido havia recebido um convite super interessante e vantajoso para trabalhar em outra cidade e a gente tinha comprado um apartamento novinho e mobiliado com carinho, tudo bonitinho, escolhido a dedo e teria que deixar tudo isso.  Mas, tínhamos que seguir o que o futuro prometia e que, na verdade, era promissor.  Afinal, era a idade das realizações e não se deve desperdiçar esse tempo.
 
Só que ele foi antes e ficou uns três meses indo e vindo nos finais de semana, até achar um outro imóvel para levar a nós dois, sua pequena grande família.
Nesse ínterim, ficava com o filhote durante a semana e não dormia direito, sempre nas tentativas de todas as maneiras de amamentá-lo com saciedade, mas não sei se por causa desta minha ansiedade toda, da mudança em nossas vidas, dos palpites que ouvia de um lado e de outro da família me atazanando, tanto para enfiar logo uma mamadeira bem cheia no biquinho dele ou então que eu não desanimasse e continuasse com o peito, pois era a melhor forma de se alimentar um bebê.  Era pitaco demais na minha vida!

Enfim, o que me resgatou disso tudo e, parece incrível, resultando na  solução imediata para este e outros probleminhas, foi a nossa ida para a tal nova cidade, longe de tudo e de todos, onde fomos então uma família, - papai, mamãe e filhinho – ficando assim mais unidos, desfrutando do prazer de morar numa cidade pequena e em crescimento, tranquila, onde fizemos novos e bons amigos que até hoje nos relacionamos.  Desse modo, pudemos fazer do nosso casamento um relacionamento sólido e amoroso, tudo o que uma mulher sonha, mesmo involuntariamente.

Hoje, olhando esta foto que achei no baú de fotografias em Petrópolis, vejo que eu era tão jovenzinha, que tinha ainda tanta vida e era saudável e que não fosse minha tolice e medo de engravidar novamente, poderia ter tido mais um ou dois filhos até, já que meu casamento só foi progredindo, tanto financeiramente quanto em amor.  Eu não sabia que teria ao meu lado alguém tão querido, tão precioso, tão cuidador, amigo e amante nestes 28 anos de casados.

Escrevo para incentivar a você que me lê e ainda não se decidiu a ter um filho, talvez por se achar velha quanto eu me achava, nada disso! Não desperdice nenhuma fase de sua vida. Muitas mulheres atualmente têm seus filhos a partir de mais de 30 anos, algumas até com 40 e poucos, priorizando o trabalho e suas realizações profissionais e, claro, tudo isso foi a partir de um processo de desenvolvimento técnico da Medicina, com bons exames e análises que propiciam mais segurança para as mulheres realizarem este maravilhoso sonho.  Procure seu médico e exponha suas ansiedades e sonhos neste sentido.

Boba eu, né!  E diz aí, eu tinha a boca mais bonita do que a Angelina Jolie, não acham?




-Este post faz parte da Blogagem Coletiva - Fases da minha Vida - que a amiga Rosélia está promovendo hoje na Blogosfera.

(Com o filhote no parquinho-1986)








42 comentários:

Lu Souza Brito disse...

Oi Beth,

Que bom te conhecer um pouco mais. É estranho pensar que as 32 anos você se sentia velha para ter mais filhos. Mas estas cobranças familiares não ajudam mesmo né? Eu hoje, aos 28 anos, já sou super cobrada por alguns parentes, como "quando vai ter filhos? com 40? vao achar que é seu neto, kkkkk. Triste né?
Eu quero ter filhos até os 30, mas por escolha minha. Também já curti bastante o casamento e acho que família completa é familia com filho (s). Minha opinião.

Parte desse post foi escrito para mim, eu sei, rsrsr. Sonho em ser mãe, mas temo também. Não pela idade, mas sim pelos tratamentos que fiz para atrite...medo de meu filho ter alguma sequela, sei lá.

Obrigada por dividir conosco as experiencias de fase tão importante da sua vida. E sim, tá gatona morena, mas acho lindo seu cabelo loiro. Para mim, você é uma loirona poderosa, chique e charmosa!!!
Beijos

chica disse...

Beth. li com atenção e adorei saber mais da tua vida. Naquele tempo aos 32 era "velha" pra ter filhos... Incrível e inadmissível,não?

Eu aos 32, tinha uma penquinha de 12,12,9 e 7 anos,pode?rsrs

E claro, tinhamos a juventude em nós, tudo andava bem ,tinhamos tranco pra aguentar...


Adorei teu post e que sirva de exemplo! beijos,tudo de bom,chica

Taia Assunção disse...

Linda mesmo. Engraçado como é importante para o relacionamento essa autonomia...esse foi um dos motivos pelos quais gostei muito que o filho e a nora se mudassem para Minas...sem muita interferência externa...mesmo porque eu só vou lá a cada três meses e tento ficar muuuuuuuuuuito na minha. Foi importante para mim, foi importante para você e é importante para qualquer casamento iniciando. Beijocas!

Lucia Cintra disse...

Web-mae, voce ja tinha escrito esse post antes, nao eh? Acho que o li ano passado. Parece que foi uma epoca que te marcou bastante. Minha tia fez o mesmo, curtiu a vida, o marido, viajou o mundo afora, se fez profissionalmente e so entao, perto dos 40 teve os dois filhos. Eu ja sou o contrario, quanto mais velha eu fico, mais forte minha vontade de NAO ter filhos fica, rs.

bjos e voce esta linda nessa foto!

Joci disse...

Que belo post, adorei e até me emocionei...

A gente as vezes se acha "velha" em determinada época da vida, aí de repente a gente "cresce" e vê que não era nada disso... temos tanto o que viver não é?!

Adorei o seu incentivo a mulherada que tem certo receio...Parabéns

Beijos

Thaís leão disse...

Betina, como a gente deixa coisas externas influenciarem nossas próprias vontades e desejos.
Como a gente se desvaloriza quando na verdade temos tudo ali, na palma da mão. Hoje, a maioria das minhas amigas está casada e bem ou mal, existe uma pressão: e vc, vai casar quando? A vida não é igual pra todo mundo e eu converso muito comigo, pq sei que o meu tempo é outro.
Se a gente levasse as coisas aceitando seu tempo, seu caminho natural, sem forçar a vida seguiria seu rumo mais tranquila.
Mas queremos controlar, ir lá e fazer e o controle de tudo é ilusão. Tem coisas que não dependem da gente, apenas acontecem.
Ui, que filosófica!
beijos

Ana Paula Soldi disse...

Adorei o post...voce está lindissima na foto.
Sobre o assunto de ter mais filhos, é um dos meus dilemas neste momento, já que até que gostaria, mais por outro lado penso na difenrenca de idade minha e de meu marido e que talvez a futuro possa me trazer problemas, entao vou ficar com um mesmo, talvez me arrependa mais adiante.
beijocas com saudades

Turquezza disse...

Cada um é cada um, não é?
Assim é a vida.
Tive filho muito cedo, mesmo trabalhando fora.
Meu filho e minha nora tiveram filha agora com 37 anos ....
Nunca cobrei nada, a vida é deles!
Como a minha está sendo a minha.
Nos amamos profundamente e respeitamos o caminho de cada um.
Viver a vida ... que é bonita, é bonita e é bonita!
Beijos.

Gina disse...

Como as coisas mudam com o tempo! Nos anos 80, ser mãe aos 32 podia lhe trazer essa sensação, mas hoje é normal. A cabeça vive nos comandando ou nos traindo, não é mesmo?
Não é maravilhoso olhar para trás e saber que superou, com a ajuda do marido, todas as dúvidas e hoje pode colher bons frutos?
Que bom estar conosco nesse dia, onde tantos depoimentos emocionantes já me sensibilizaram.
Tenha um ótimo dia, Beth!

Luciana disse...

Beth, muito lindo este post. Você gatíssima, uma Jolie sim.
Quanto a filhos eu já tenho a minha decisão de não tê-los, mas concordo totalmente com você de que quem tem este sonho, vontade, tem que correr atrás mesmo e não se deixar abater por tempo,idade, etc.

Seu filho foi um bebê muito fofo. Linda essa foto de vocês brincando no parquinho.

Beijo

Tina disse...

Olá, foi de blog em blog que vm parar aqui e me deparei com esse post tão lindo. POr sinal uma bela fase em sua vida, filho, casamento solidificando, amor... isso sim é viver.
Gostei daqui rsrs e volto (posso??)
Bjs...

Cacá - José Cláudio disse...

Sinal dos tempos, Beth? A moçada hoje aos 32 ainda nem saiu da adolescência!rsrs. Mora com os pais, normalmente, raramente é independente financeiramente e sequer pensa em ter filhos. Pelo menos da boca para fora. Eu tive minha primeira filha com 24 anos e a segunda com 35. Em ambos os casos foi uma batalha ferrenha (pelo menos financeira e de tempo) para conciliar tudo de forma a não deixar faltar presença, carinho e sustento. Valeu a pena. Parabéns a você pela trajetória bonita.
PS: com todo o respeito, nesta foto você estava uma gata. hahahah! Abração. Paz e bem.

orvalho do ceu disse...

Olá, Bethinha querida de lábios carnudos...
Meu desejo de hoje é que uma chuva de bênçãos seja derramada sobre VC e outra chuva de pétalas de rosas orvalhadas...

Que maravilha ler o seu relato por primeira vez!!!
Vc foi abençoada em seu casamento e em sua maternidade... mas creia isso não é comum nos dias atuais...
Sim, porque vc viveu numa época atual ainda...
Sua mãe sim que foi de outra geração distinta...
Ter medo foi normal... pelo estilo de vida que vivia...
Ir para outra margem a mim me sucedeu também e não foi uma experiência tão feliz quanto à sua...
Mas aqui, teria tido muita intervenção sim... fiquei entre a cruz e a espada...
Mas venceu o Amor... como sempre!!!
Gostei muito e ainda colocamos o mesmo nome em nosso filho (o meu tem 37)...
Profeta da paz...
Que ele lhe dê todo o valor que vc merece, mãezona!!!

Carinhos fraternos em forma de orvalho sôbre pétalas de rosas...

Uma santa e abençoada Quaresma para VC.
Bjs natalícios

Cucchiaio pieno disse...

Minha querida
Esse foi o teu post que mais gostei. Enquanto lia passava um filminho na minha mente da tua vida!
Incrível saber que quando vocês foram morar em outra cidade, tudo mudou para melhor. Pois aquelas pessoas que te atazanavam não deixavam você ser você mesma, independente, tomando as próprias decisões!
Fiz 35 anos e meu sonho é ser mãe. Deus ainda não permitiu, mesmo tendo feito muitos tratamentos, mas sei que tudo vem na hora certa e quero ter uns três!!!!
Realmente a tua boca era (e com certeza é) um escândalo de linda!
Bjo grande
Léia

Lúcia Soares disse...

Minha sempre linda amiga, já conhecia sua foto e sua história, que contou no blog da Sônia, lembra? Sobre fotos antigas, que resgatam nossa memória.
Você era linda demais, e com a simpatia que emana, conquistou facilmente e para sempre o amor do seu tão querido marido.
Tantas culpas levamos pela vida, por bobagens!
Você não teve mais filhos porque "assim estava escrito", a gente já vem com um plano estabelecido. Não é fácil acreditar, nem acredito que para tudo seja assim.
Mas olha que evitar filho, no auge da juventude e dos arroubos, amando loucamente nossos parceiros,não é uma tarefa fácil, haja pílula! rsrs
Que bom que agora tudo passou e você é essa pessoa iluminada, que sabe viver a vida, que ama e é amada, que tem a preciosidade do Daniel, e que nos encanta a todos com seus textos.
eninas, ouçam a Beth e planejem filhos!
É bom demais! rsrs
Beijo, linda.
(olha, juro! não gosto da boca da Jolie, prefiro a sua!)

Manuela Freitas disse...

Olá querida amiga,
Voltando de um hiato de algum tempo!
Apesar de ter 32 anos vc tem um ar bem jovem!
Gostei de ler essas angústias, receios que quando somos mães sentimos, isso é bem comum e na tua tão interessante narração encontro aspectos muito similares aos que também vivi.
Beijinhos,
Manu

Glorinha L de Lion disse...

Querida Betita, hj realmente são outros tempos. Agora se estranha é se a mulher se casar jovem demais...Eu me casei aos 20, uma criança...Mas foi o que teve que ser e agora não há como voltar atrás. Muito legal esse teu depoimento de como fatores externos influem na nossa vida, seja como casal, seja como mãe. Acho que esse teu post será muito importante para que as jovens de hj vejam que é possível sim, ser mãe depois dos trinta, e que isso está se tornando bem comum. Ótimo post! bjs,

pensandoemfamilia disse...

Oi querida

Retomar o tempo é trazer tesouros das nossas vidas, que nem reconhecíamos, e poder compartilhar e dar forças para outras pessoas que se assustam com algumas experiências da vida.
Sua foto está linda, mas vc permanece este encanto de pessoas repleta de generosidade a ser compartilhada.
parabéns pelaparticipação. Hoje eu estou desfrutando de algumas leituras enquanto as obrigações não chegam.
bjs

Tati disse...

Betita!! Que lindaaaa! Ainda é linda, mas estes lábios... rsrs
Engraçado que boa parte do texto, da sua história, me lembram a minha história. Ter uma vizinha com bebê engordando quando o nosso não ganha peso é o Ó, né? rsrsrs
Feliz por conhecer um pouco mais de sua linda história e linda família.
Um beijo.

Malu Machado disse...

Beth, que fase legal. Meu menino hoje está com 7 aninhos e ando tendo uma saudade danada da gravidez, da amamentação e tudo mais. boas lembranças vc me trouxe.

Bjs,

Silvia Masc disse...

Bonito depoimento Beth, e com uma bela proposta. Eu tive o meu filho com 26 anos, e gostaria de ter tido muitos outros, mas... não foi assim, e como disse a Glorinha, foi o que teve de ser. Em compensação tenho um filho maravilhoso, deve ter sido para compensar a frustração(passada). Quantos os lábios, realmente uauuuuu... rs
beijinho

Celia disse...

Adorei ler o seu relato. A cabeca da gente é realmente incrivel tanpo pra pensamentos posistivos como negativos. Que bom que tudo passou e hoje vc está rindo do que passou. Olha eu só tenho uma filha e nós a ganhamos qdo eu tinha 39 anos. Espero que muitas pessoas leam seu post. Beijo

Bordados e Retalhos disse...

Linda vc estava e ainda está Beth!! Adorei o texto e me enxerguei nele em vários parágrafos. Angelina Jolie perde pra você amiga. Bjs

Maria Célia disse...

Boa tarde, Beth
Muito lindo seu texto, aos 32 anos você era muito bonita e agora continua sendo.
Fui mãe também depois dos 30, aos 34 anos nascia minha segunda filha.
Sua história se assemelha à minha nos pitacos, palpites que choviam de um lado e de outro.
No entanto, tudo passou, hoje elas me dão muito orgulho, alegria e também muita preocupação. Qual mãe que não se preocupa com suas crias?
Bjo

lolipop disse...

Querida Beth...

Eu gosto bastante mesmo da forma cativante como vc escreve. E vc não era linda, vc é linda, e agora a meu ver, ainda mais elegante e sofisticada e com a mesma boca que faz inveja à Angelina...
É verdade que a idade da maternidade se alargou, o que eu acho que não mudou foi esse peso que a família pode ter e que pode, mesmo sem intenção, perturbar um relacionamento.
Vc seguiu a melhor opção e nota-se que é feliz!

Ternurassssssss

Macá disse...

Beth
Vi uma foto sua recente e ia lhe dizer que você estava muito bonita nela. Agora, olhando essa aos 32 (com cara de sono???) e vc também está maravilhosa. Então é isso! Você é bonita mesmo e, pronto.
Adorei a sua história, e até rí com esse negócio de se achar velha aos 32. Eu me casei com essa idade.
Hoje aos 32, as moças(uma boa parte, claro)ainda não querem nem pensar em filhos.
um beijo grande

Vera Lucia Marques disse...

Muito bacana esse texto. "..Ou feia ou bonita, ninguém acredita, na vida real...". É a música de Caetano, que diz tudo __ou não. Abrs!

Anabela Jardim disse...

Pelo seu relato foi mesmo um "xô depressão!" Que bom ouvir palavras de alegria e contentamento num mundo onde a maioria só pensa em reclamar.

Socorro Melo disse...

Beth,

Cá estamos nós, em mais uma coletiva, né? E quantas histórias interessantes, e emocionantes.
Penso que toda mãe, de primeira viagem, passa por todos esses conflitos, e eu também passei. E é muita gente querendo ensinar como cuidar do bebê, pessoas com as melhores intenções, mas, que acabam atrapalhando, e nos fazendo confusão.
O melhor da história, é que no fim, dá tudo certo, hehehe

Um grande abraço
Socorro Melo

Lulú disse...

Olá Beth.
Que história! você passou por maus bocados, mas por falta de experiência.
Ainda bem que veio a mudança e tudo ficou bem.
Parabéns por sua coragem.
Beijos
Maria Luiza (Lulú)

Suziley disse...

Bela participação, Beth. A boca é mais linda mesmo do a da Angelina Jolie..hehe!! Uma ótima semana, beijos, boa noite :)

Renata Boechat disse...

Ser mãe aos vinte, aos trinta, ou aos quarenta é uma dádiva divina, desde que seja esse o seu desejo!

Lindona voce aos 32, e com certeza continua sendo hoje aos 25...rsss...

Abraço, Boa Noite!

Bia disse...

Oi Beth!

Legal conhecer um pouco mais sobre vc!

E olha, nessa foto vc nem parece que tinha 32... vc e a Georgia (que eu tb pude ver varias fotos delas novinha, por volta dessa idade, quando a visitei na Alemanha ano passado) nem parecem que tem a idade que tem, parecem muito mais novas.

E vou levar essas suas palavras comigo, a de nao desperdiçar nem fase da vida e viver tudo que podemos. Ultimamente eu tenho andando tao preocupada com o futuro que tenho esquecido de viver o presente.

bjs!

Misturação - Ana Karla disse...

Bravo Beth!
Experiência a ponto de ser passada com maturidade.
Que as mulheres que tenham suas dúvida, quanto a maternidade, possam ver que há tempo para tudo e que não deixem passar, pois é bom demais.
Quanto a sua boca carnuda, dá de dez a zero na Angelina.rs

Xerossss

Maria Luiza disse...

A cada visita em que me proponho a prestigiar a participação na blogagem da querida Rosélia, colho gratas surpresas, novos aprendizados, costumes, estilos, enfim, quanta riqueza eu tenho ganho. Seu post, lembrou-me do nascimento da minha caçula. Realmente, por várias vezes eu senti vergonhae me achava velha por estar com 35 anos e um bebê. Mas foi a gravidez que eu mais curti. Parabéns! Bjbjbjbj1

ML disse...

Me lembro quando postou pela 1ª vez - foto é tudo de bom, né?

Fico imaginando quem, em enchente, etc. perde as fotos. Porque documento tem 2ª via, já fotos...

bjnhs

Marli Borges disse...

Bela participação Beth! Um depoimento ótimo.
Uau. Gatíssima aos 32! E continua... Menina, isso não é pra qualquer um!!!

Eu tive meu último filho aos 30 e parei por aí, porque também me achava muito velha! Aff!! Hoje em dia, vejo de outro jeito: o problema não é ter o filho aos 30 ou 40 anos. O problema é ter pique na adolescência deles, que cada vez se prolonga mais no tempo e no espaço. Essa é a questão. Minha história de vida pode ser resumida assim: Casei com 17, tive o primeiro filho aos 19. Um ano e meio depois ele veio a óbito. Então tive um hiato na maternidade. Só mais tarde me encorajei. Aos 25 tive minha filha e aos 30 meu filho. Meus planos era ter filhos bem cedo, mas "eu sou eu e minhas circunstâncias". Assim sendo, desfrutei da maternidade um pouco mais tarde e graças a Deus, tive o tal pique pra transitar com eles nos caminhos da adolescência. Agora, tudo passou e eis-me aqui com os netos..., de longe, a melhor fatia do bolo, os filhos com açúcar, como costumo dizer!!!
Bjssssssss

RUTE disse...

Beth,
há cada história mais linda nesta colectiva! Me derreti com a sua e acabei dando risada na parte final: lábios carnudos sem botox (importante!).
O seu testemunho é super importante, não só para a depressão pós-parto como também para as mães de filhos únicos. Eu sou uma delas, rssss, só tenho a filhota.
E já estou praticamente nos 40! Nada preocupada e não sinto aquele chamamento do relogio biologico. Sinto-me bastante realizada como mãe, apesar de ter apenas uma filha.
Mas...quem sabe...um dia não vou lamentar né?
Beijo carnudo deste lado do oceano, além-mar.
Rute

Bel Rech disse...

Eu tive meu segundo filho aos 32 anos e foi melhor que quando tive com 27 anos...Ser mãe é instinto, vai te levando...e é maravilhoso..Carinhos

Luma Rosa disse...

Beth, lembro de outra oportunidade em que nos contou esse momento especial na sua vida e das dificuldades em se adaptar a nova condição. Compreendo que a sua depressão veio porque se sentiu muito responsável por aquele ser que colocou no mundo.
Garota, você não quis ir para Hollywood! Que sorte a Angelina Jolie teve!!
Beijus,

Zilda Santiago disse...

Muita boa postagem e com final hilário...Bocãaaaaaaaao!!!!!srsrsrViminteragindo pela coletiva que está uma delícia.vou seguir seu blog,ok?Bjs

Teresinha Ferreira disse...

Acho que você está ficando no FORMOL.kkkkkk....
Continua linda!!!
Eu já sabia da sua história, mas adorei ler e fiquei emocionada com o seu relato. Viajo e acho gostoso a maneira que você escreve.
Nós e nossas mudanças, não é mesmo? Relamente Beth, vocês formam uma linda família. Sinto uma energia boa e uma união bacana de vocês. Pois é minha amiga. Eu também tive a Pri com 30 anos e achei o máximo.
Bjs mil