.....................................................................................................................................................................Porque não só vives no mundo, mas o mundo vive em ti. .....................................................................................................

domingo, 7 de dezembro de 2008

Amanhã eu malho!

Café da tarde no sábado em Petrópolis.
Torta Mousse de Chocolate com Nozes e Avelãs caramelizadas.
Nem te conto!



Almoço de hoje-domingo no Rei do Bacalhau.
As batatas amarelinhas, cozidas no açafrão e a posta de bacalhau sem defeito.
Em pré-comemoração aos 26.

O Jogo da Macaca ou Amarelinha?



O post abaixo rendeu um comentário muito interessante do amigo Rui lá de Coimbra-Portugal.


Vou reproduzi-lo aqui para que todos possam entender a razão deste novo post.

"Mas,o que de facto me agradou,foi o joguinho da macaca.Aos sábados,depois de almoço,toda a família joga a macaca,aqui no meu terraço(desde que não chova,é claro)...Pode ser um disparate,mas é um hábito que dura,pelo menos,desde que meus pais nos habituaram.Amanhã seria dia da macaca!Um abraço.

"O "jogo da macaca" é o que aparece no boneco da postagem de Beth.No chão,a giz,desenha-se aquele boneco.Aqui,não costumamos desenhar os números,que correspondem à ordem das casas a saltar.Saltam-se pé a pé,com os dois pés ou com os pés cruzados...Quando se atinge a casa final,dá-se uma volta no ar(durante o salto)e faz-se o percurso inverso.Recomeça-se com outro tipo de salto e,assim,sucessivamente.Pelo meio há uma lengalenga que se canta e que varia de terra para terra.Apenas serve para afinar a destreza...O coro da lengalenga e os ditos familiares,durante o jogo,dão a animação.Hoje,devido à chuva,não jogámos a macaca.Quando vi o boneco,encimado por "saudades",pensei que pretendia referir-se ao "jogo da macaca"..."

Aí está, então, a forma como nossos amigos portugueses chamam o Jogo de Amarelinha aqui do Brasil lá em Portugal - Jogo da Macaca. Engraçado, né! Mas, bem original, afinal pula-se que nem uma macaca neste joguinho que pertence ao folclore mundial.

Para começar Amarelinha vem do francês 'marelle' que, por adaptação popular ganhou a associação com amarelo mais o diminutivo.

É conhecida por diversos nomes:
Em Portugal há outras variações: jogo da macaca, jogar ou saltar à macaca (no norte), e ainda jogo-do-homem e pé-coxinho.
Em

Moçambique chama-se avião ou neca.
No
Rio de Janeiro (Brasil) pode ser ainda academia ou cademia e marelinha.
Na
Bahia e no Pará, (Brasil), diz-se pular macaco ou macaca, semelhante a Portugal.
Em
Minas Gerais (Brasil) é maré.
No
Rio Grande do Norte (Brasil) é avião, como em Moçambique.
No
Rio Grande do Sul (Brasil) é sapata.
Na
Espanha a brincadeira é chamada: cuadrillo, infernáculo, reina mora, pata coja ou rayuela.
No
Chile e no Peru é a rayuela.
Na
Colômbia é chamada coroza ou golosa.
Nos
Estados Unidos é hopscotch.
Na
França, por fim, é marelle, denominação que deu origem a amarelinha, marelinha e maré no Brasil.
Na
Galiza o jogo tem vários nomes: a chapa, truco, mariola, peletre, cotelo, macaca, estrícula, entre outros. Ainda que hoje a sua prática esteja muito reduzida, tempos atrás jogou-se em mais de 40 desenhos diferentes.

Regras

Uma das versões do riscado da Amarelinha
O jogo consiste em pular sobre um desenho riscado com giz no chão, que também pode ter inúmeras variações. Em uma delas, exemplificada na figura ao lado, o desenho apresenta quadrados ou retângulos numerados de 1 a 10 e no topo o céu, em formato oval.
Tira-se na sorte quem vai começar. Cada jogador, então, joga uma pedrinha, inicialmente na casa de número 1, devendo acertá-la em seus limites. Em seguida pula, em um pé só nas casas isoladas e com os dois nas casas duplas, evitando a que contém a pedrinha.
Chegando ao céu, pisa com os dois pés e retorna pulando da mesma forma até as casas 2-3, de onde o jogador precisa apanhar a pedrinha do chão, sem perder o equilíbrio, e pular de volta ao ponto de partida. Não cometendo erros, joga a pedrinha na casa 2 e sucessivas, repetindo todo processo.
Se perder o equilíbrio, colocando a mão no chão ou pisando fora dos limites das casas, o jogador passa a vez para o próximo, retornando a jogar do ponto em que errou ao chegar a sua vez novamente.
Ganha o jogo quem primeiro alcançar o céu.
Em uma outra versão, mais complexa, o jogo não termina aí. Quem consegue chegar ao céu vira de costas e atira a pedrinha de lá. A casa onde ela cair passa a ser sua e lá é escrito o seu nome (caso não acerte nenhuma, passa a vez ao próximo jogador). Nestas casas com "proprietário" nenhum outro jogador pode pisar, apenas o dono, que pode pisar inclusive com os dois pés.
Nesta versão, ganha o jogo quem conseguir ser dono da maioria das casas.

(fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Amarelinha)

Com certeza qualquer um de vocês já brincou deste jogo uma vez na vida e a lembrança desses dias gloriosos é sempre muito feliz. O Rui, ao que parece, trouxe esta brincadeira até os dias de hoje e, imagino como deve ser bom "pular a macaca" no seu terraço. Grande privilégio ele tem!

Brasil e Portugal tem muitas semelhanças na linguagem, mas o dia a dia de cada país, revela muitas diferenças e por vezes palavreado engraçado para eles ou para nós.

Imaginem um gringo, ou mesmo um português, ouvir algo do tipo:

- Ó u auê aí! Que quer dizer: Pára com esta bagunça!

- Eu tô qui tô! Que quer dizer: Eu estou super feliz!

Expressões como estas, nem os grandes linguistas como Saussure ou Chomsky poderiam explicar!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Minha nada mole vida


Turminha querida, não poderia deixar passar mais um dia sem dar sinal de fumaça, afinal com amigos tão assíduos à esta minha 'casa', seria uma desconsideração não dar o "ar da graça" depois desse tempo.


A conexão aqui na serra, onde estou há dois dias, simplesmente é à lenha, devagar e irritante, não sei bem porque, talvez por ser um lugar muito alto ou ter muitas montanhas ao redor, mas sempre foi uma droga de conexão. Diferentemente lá de Niterói que é vapt-vupt. Mas, não podemos querer tudo perfeitinho nesta vida e para aproveitar as coisas boas daqui, temos que aceitar estas coisinhas que dão até prá se contornar. Esperei, então, o marido chegar do Rio hoje com o lap top e vim dar meu alôzinho prá vocês e dizer que estou morta de saudades de todos e das visitas diárias.


Vim para a minha 'bat-caverna', pois levei um tremendo susto nesta terça-feira passada, quando achei que estaria fazendo uma grande vantagem em ir ao Shopping num dia de semana e início do mês festivo, a fim de fazer as compras das lembrancinhas natalinas. Pensei em adiantar logo isso, porque sei como complicam as coisas para o meio do mês.
Ledo engano! Na terça-feira, acho que a mulherada toda pensou como eu e baixou naquele shopping com o mesmo objetivo. Então, depois de entrar numa daquelas mega-lojas de departamentos e escolher vários mimos detalhadamente, dei de cara com uma mega-hiper-ultra-super fila para o pagamento.
Fiquei detonada, irada, cansada e decepcionada!
Larguei tudo prá lá e desisti simplesmente de comprar qualquer coisa ali.
Toda loja tinha fila ou um monte de gente pedindo alguma coisa às vendedoras. Nem parece que existe a tal crise mundial!


Lembrei, então, que aqui na serra as coisas são mais fáceis neste sentido, além de ter um clima bem mais agradável para andar nas ruas e fazer minhas compras sem aquela loucura que acomete o povo nas grandes cidades. Aí decidi vir prá cá um pouco antes e ir adiantando estas pequenas, mas cansativas lidas festivas de fim de ano.


Acreditem se quiserem, mas o verão daqui está fazendo uns 18 graus de dia e 13 à noite. Estranhamente frio para esta época do ano! Mas, eu gosto!


Hoje fui mexer nas madeixas, pois não gostei do trabalho que o último cabeleireiro fez na minha cabeça e passei umas boas horas nesta manhã re-arrumando o que o outro 'não fez'.
Não sei se isso é neura feminina, mas estamos sempre insatisfeitas com os cabelos. Ou é o corte, ou a cor, tamanho, comprimento, sei lá, mas o fato é que no dia que mexemos, achamos ótimo, passados alguns dias já começamos a achar defeitos. Alma feminina é indecifrável!


Bem, esta conexão à lenha, conforme lhes falei, não dá muito apetite para navegar como eu gostaria, por isso estou sumida, mas nunca esquecida de vocês.
Desejo-lhes um ótimo fim de semana e, não façam a besteira de cair num Shopping neste sábado, correm o risco de perder horas preciosas da vida e ficarem como eu na terça passada.


Abraço carioca a todos!


quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Quinta-Feira



Quinta... já estou à procura do final de semana!
Miauuuuuuu!




O céu pode esperar


Re-editando pela importância do assunto.


E tenham um ótimo dia!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

A Distância entre Nós-parte II




Gracinha, eu já comentei com vocês aqui algumas vezes, faz faxina para mim todas as semanas.

É uma paraibana, baixinha,
trabalhadora, mãe sofredora, passa roupa também e muito bem, limpa direitinho e quase nunca quebra alguma coisa. Diligente, chega cedo e gosta de sair cedo. Não me importo nem um pouco com isso, acho que o essencial é deixar o serviço pronto e ao meu gosto.


Digo que é mãe sofredora, pois o filho, jovem e já com uma filhinha de meses e uma mulherzinha não muito preparada para formar uma família, vive lá na casa da pobre da Gracinha, encostada e gosta mesmo de umas saidinhas, enquanto o rapaz, filho da Gracinha, está puxando pena numa prisão por tráfico de drogas.
A cara da periferia do Rio e isto agora, bem perto de mim que andei longe, bem longe desses assuntos por anos, longe dessa cidade cantada por Fernandinha Abreu e que é mesmo uma "cidade maravilha, purgatório da beleza e do caos"!

Mas, como não sou a única a lidar próxima e longe ao mesmo tempo desses problemas, pois não há como se evitar mais isso hoje em dia aqui no Rio de Janeiro, onde a periferia, as favelas, as comunidades pobres, escoam seus tentáculos pelo asfalto e chegam aos condomínios fechados, casas ou comércio. A grande maioria de moradores das favelas, trabalha para o comércio ou para a classe média e aqueles que não se envolvem com a delinquência, vão para as ruas trabalhar de camelôs ou flanelinhas. O que sobra, sem emprego ou sem chance nenhuma, já que o governo atual é contra criança trabalhando ou jovem, antes dos 18 anos, ficam por aí pelos becos, pelas ruas, servindo de aviãozinho para a bandidagem. Antigamente as crianças ajudavam seus pais no comércio ou mesmo em casa, sem problema nenhum, pois é melhor do que ficar sem nada para fazer e encontrar o perigo na esquina dos seus bairros.




Voltando à Gracinha, digo mesmo que é uma ótima pessoa, trabalha com cuidado e não fica "amarrando" o serviço. Adora um café, porque é fumante (só que na varanda dos fundos), então deixo uma garrafa térmica cheia dele e ela passa o dia bebericando o mesmo. Come, ou melhor, engole a comida e uma vez, percebi que come de colher. Deixo-a à vontade na cozinha na hora do almoço, pois julgo que fica meio tímida ao comer perto de alguém, isto porque come estranhamente rápido demais e muita quantidade, mas também não ligo, porque aqui em casa não temos o hábito de minimizar comida para quem gosta ou tem fome.
E não acho justo que ela pague pelo erro do filho, afinal não é porque o rapaz co
meteu este triste delito que ela, coitada, ficará sem o emprego dela aqui em casa. Quando houve o fato, ela chegou choramingando e acabou contando-me, abrindo seu coração de mãe, dividido entre saber que o filho foi para uma prisão e ao mesmo tempo achar certo que ele pague o erro cometido.
Sempre q
ue tenho oportunidade, converso e dou conselhos, pego algum gancho de notícia na tv e troco com ela impressões e idéias, ajudando-a a formar uma opinião sobre os fatos e ocorrências do dia a dia.


Reparo que são pessoas que lá no fundo ainda tem muito de criança, tanta coisa que não sabem e outras sabem muito, como por exemplo, o sofrimento e a discriminação.

Se eu a mandasse embora por conta do que me contou, faria mais uma pessoa desempregada, com raiva de gente e, quem sabe até trocaria de lado na vida também!



Ela, depois que me contou sua tragédia pessoal, percebeu que tinha se aberto muito e, cautelosa, assim como eu, evitamos tocar neste assunto. Mas, é uma excelente diarista e muito honesta.
O seu maior defeito é comer demais mesmo, mas só não deixo ela se esbaldar nos meus pãezinhos de nozes que adoro e compro só prá mim. Então, quando ela vem, escondo-os num lugar onde ela nunca poderá imaginar que está. kkkk

De tanto eu falar para ela que a vida nas grandes capitais torna-se desumana para pessoas como ela e sua família, já que teem que "rebolar" muito para sobreviver a tantos gastos e apelos de compras e necessidades, alimentação e meios de transporte que, por incrível que pareça, para este povo é super caro e desconfortável.
Então, sua nova idéia é voltar para a Paraíba, que, segundo ela me disse, seu pai mora sozinho numa casinha de dois andares na cidadezinha do interior. Garanto que ele mora com muito mais dignidade do que ela, nestas comunidades imundas, violentas e abandonadas. Até para uma pessoa fazer o bem, ajudar esses moradores carentes de favelas, torna-se perigoso, pois como podemos entrar em certos lugares para levar ajuda ou carinho!? Aí reside um enorme problema no estado e entra e sai governo, ninguém percebe o quão valiosas eram as Assistentes Sociais de antigamente que faziam este trabalho com as pessoas desses locais.


Enfim, aí ela veio na semana passada com um pedido para que eu enviasse, em seu nome, uma participação, via internet, para um quadro no programa do Silvio Santos, o cara do baú.
O quadro chama-se "Preciso de Ajuda" e a pessoa tem que deixar todos os dados que eles pedem para que, talvez, num sorteio ou sei lá como eles fazem, chamem a pessoa para participar e ganhar o prêmio que pede, no caso ela pediu $ 1oooo reais. Seria, então, uma boa saída para ir embora daqui para sua terrinha.

Cl
aro que eu me prontifiquei a ajudá-la! Abri o site, entrei no link do programa e fui pedindo os dados a ela. Não sabia nada, nem o número da carteira de identidade!
Aí eu copiei para ela tudo direitinho e falei que me trouxesse hoje para que eu preenchesse os dados corretamente.
Parecia tudo bem, até que esbarramos no problema do CPF, pois ela não tem este documento.
Então, dei as dicas de como ela tem que fazer para tirar o seu CPF e que é um documento importante para que ela possa fazer muitas coisas na vida.

Coitada, não conseguiu inscrever-se no tal programa! Mas eu estou aqui, pronta p
ara ajudá-la se ela trouxer o bendito CPF.

A saga desta mulher é bem parecida com a de milhares que trabalham em sub-empregos como este pelo país àfora e, depois que li o romance indiano A Distância entre Nós de Thrity Umrigar, vi que existem mundos e vidas paralelos neste nosso universo, seja aqui, na Índia, na China, em Angola, na Arábia Saudita, etc... o mundo, neste sentido, caminha junto e cria pessoas com as mesmas desgraças diárias nas sociedades contemporâneas das grandes cidades.


Estamos todos ligados a estas pessoas e ao mesmo tempo separados, apenas por uma fronteira intransponível que se chama destino.



Revigorada


Ahhhhhhhhhh! Dormi como um bebezinho! A maçã foi mesmo um bálsamo ou o cansaço venceu meus sentidos, mas o fato é que dormi até 9:30hs da manhã e estou recuperada das poucas horas de sono que tenho tido.

Não consigo descobrir a razão para estas minhas crises
de insônia ultimamente , pois sempre dormi tranquilamente e na hora que dava sono era só entrar debaixo dos lençóis. Mas, não vou ficar buscando resposta para isso, tenho muito mais o que fazer e pensar.

Então, tchurma, estou ótima e vamos à quarta-feira que tem muito trabalho pela frente!


“(…) Porque o único sentido oculto das coisas
É elas não terem sentido oculto nenhum,É mais estranho do que todas as estranhezas
E do que os sonhos de todos os poetas
E os pensamentos de todos os filósofos,
Que as coisas sejam realmente o que parecem ser
E não haja nada que compreender.
Sim, eis o que os meus sentidos aprenderam sozinhos: —As coisas não têm significação: têm existência.As coisas são o único sentido oculto das coisas. (…)”

Alberto Caeiro


terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Maledita insônia!


É assim que eu tô, com uma cara de cachorro zonzo. Olheiras no pé!

Não sei porque tenho tido insônia estes três últimos dias!?

Simplesmente o sono não vem e eu quero dormir, mas acabo pensando em tanta coisa, misturo os pensamentos e coisas que tenho para resolver no dia seguinte, e aí minha cabeça não se concentra para o sono e acabo viajando em pensamentos e idéias.

Acho que é a época do ano que a gente acaba tendo tantos compromissos e quer fazer tudo certinho!

Tomei uma ducha deliciosa, comi uma maçã vermelhinha e vou deixar um pedacinho dela em cima da mesa de cabeceira, pois li noutro dia que é excelente deixar uma maçã ao lado da cama para evitar insônia. Se não der certo, apelo pro Rivotril! Ou você tem alguma idéia melhor?

Boa noite, John Boy!


A importância feminina



Cem homens podem formar um acampamento, mas é preciso uma mulher para se fazer um lar.
Provérbio Chinês



Filme e Música


Duas descobertas legais que vou dividir com vocês:

- O filme em DVD - Pão e Tulipas de Silvio Soldini (2000) uma produção Itália/França.

Vi ainda há pouco e gostei muito.
Conta a história
de uma dona de casa que viaja em excursão com a família, mas é esquecida pelo ônibus num restaurante de beira de estrada. Então ela aproveita a oportunidade para "tirar férias " da vida que levava: pega uma carona, vai pra Veneza e começa a excursionar sozinha por uma nova vida.
Não conto mais para não perder a graça, mas é um romance-comédia que vale a pena assistir num dia de semana.
É bom ver filmes leves, com cenas pitorescas e amor.
O dia seguinte vai parecer bem melhor. Experimente!



- A outra indicação é baseada no que muito aprendi com os jovens, principalmente meu filho.
Digo isso, por notar que muitas pessoas fecham seu leque de conhecimentos ou gostos naquilo que aprendeu até a idade adulta, e não fazem o menor esforço para acompanhar as novas tendências ou o que os filhos gostam e que às vezes querem apresentar-nos para interagirem conosco.
Há anos ele me apresentou uma banda que desde a primeira vez que a ouvi, apaixonei-me e
já é o segundo CD que compro deles. COLDPLAY.
Ouçam que bonita música.


Viva La Vida