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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

As novas tecnologias podem transformar o seu cérebro










Será que teremos que esperar muito?








Já está comprovado que a tecnologia traz problemas quando usada em excesso, mas usada moderadamente, é uma grande aliada. Principalmente
entre pessoas adultas, pois seu uso aumenta significativamente a atividade cerebral. O problema é quando o vício torna-se tão grande que preferem, como os ingleses, deixar de comer do que perder o acesso à Internet.

Eu, confesso que adoro navegar na rede, que aprendo zilhões de coisas que fico feliz em ter contatos de amizade com pessoas maravilhosas e que tudo isso me acrescenta muita coisa.
Só tenho pena de não viver tanto para ver os progressos que esta incrível tecnologia trará no futuro, principalmente para os mais idosos.

Neste pequeno texto de uma reportagem da Revista Veja da semana passada, temos aí um ótimo ponto para comentarmos. E quando li isso, fiquei pensando porque não chega logo este futuro, já que tenho esquecido de coisas bobas, como ontem à noite que não lembrava o nome da atriz Julia Roberts, mas sabia que não era aquele que o marido estava dando a ela.

Vejam isso:

"Como será o Cérebro no Futuro? Num futuro não muito distante, teremos a capacidade de monitorar e estimular a atividade de células cerebrais individuais. Cientistas já contam com aparelhos que fazem isso, por meio de uma proteína fotossensível, controlada por laser. Os raios poderão estimular os neurônios, por exemplo, caso ocorra algum tipo de lapso, como é comum em pessoas idosas. Em breve, também vamos checar e corrigir nosso circuito neural por meio de controles remotos, semelhantes aos usados nas TVs. Teremos também mínimos implantes na cabeça. Eles permitirão que nossa mente se conecte aos computadores. Farão com que as máquinas entendam os comandos do cérebro. À medida que nossos computadores ficarem mais rápidos e mais eficientes, e esses implantes se tornarem a norma, em vez de discutirmos a lacuna cerebral entre gerações, vamos debater as lacunas entre o computador e o cérebro humano. Esse é um tema que dominou a ficção científica por anos. Como se vê, o futuro pode ser a ficção atual."


8 comentários:

Ivana disse...

Bendito ship, né Beth? Eu também quero viver o suficiente pra ver isso. Eu adoraria me conectar ao computador através do meu cérebro... Ah, que delícia! E pensar que a gente via coisas nos filmes de ficção, a anos atrás, e hoje fazem parte do nosso dia a dia. 007 que o diga!
Beijocas Beth.

Lúcia Soares disse...

Ah, não, amiga! Eu não quero ser "chipada"! Rsrsrsr
A tecnologia é indiscutivelmente necessária, mas ela não é somente boa. Tem muito coisa inútil "tecnologicamente dispensável".
Não sou contra nada novo, tudo que aparece nesse mundo é pra ser experimentado por quem assim o quiser ou ignorado.
Não me preocupo com meu esquecimento eventual, que está se aprimorando a cada dia, mas fico de olho em outros sintomas. Acho que a gente tem tanta informação, que as coisas se embaralham na cabeça. E quando a gente esquece algo, fica preocupada. Calma! Tem muita garotinha de 20 anos se esquecendo também! Bj

James Pizarro disse...

Sei não ... Toda vez que o Homem inventa de brincar em Deus acaba em cacaca...
Bj

James Pizarro

Barbie Girl disse...

Tudo depende do ponto de vista e de separar o que realmente é útil, o que é bom, o que é realmente necessário e o que não é.

Porque convenhamos, existe muita coisa que não "presta" nessa tecnologia.

Como disso sua amiga acima, não sei se ía querer ter um chip...

feliz semana! bjks

Heloísa disse...

Beth,
Confesso que fiquei assustada com essa conexão da mente aos computadores. Não sei não ...
Não dá para manter a juventude eternamente.
Beijos.

ML disse...

Nossa, Beth isso é tudo o que estou precisando já!
Acho que não te contei, comecei a fazer uma faculdade de design de moda.
Tem tanta coisa pra fazer e ler que mal consigo escrever no meu blog - bem como me enriquecer culturalmente em blogs maravilhosos como o seu.
Por isso tenho comentado pouco.
Me desculpa, mas tu estou "doidinha" ;>)

bjnhs

Lucia Cintra disse...

Ja tinha visto um documentario sobre isso com pessoas com Lou Gehrig's disease (nao sei o nome em portugues - aquela doenca que te paraliza inteira). Ja fazem isso com certos pacientes e achei o maximo, pois pelo menos agora podem se comunicar de alguma maneira.

Esse de ficar sem comer, ja aconteceu comigo, mas nao com a internet, mas sim trabalhando no meu computador... simplesmente nao queria parar o que estava fazendo. Mas qq vicio eh ruim, a gente tem que saber manerar senao...

bjos

Mila Viegas disse...

Será que eu vou viver o suficiente pra experimentar isso?! Interessante hein!
beijocas