.....................................................................................................................................................................Porque não só vives no mundo, mas o mundo vive em ti. .....................................................................................................

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Dica de leitura


Queridos amigos, obrigada pelos comentários que fizeram no post abaixo, vocês enriqueceram ainda mais com suas lembranças e histórias que todos temos e não queremos esquecer.
E, como li esses dias e achei muito verdadeiro,- "Quanto ao passado, este já foi: é o que faz dele a memória".
Procurei assim, responder a todos e podem conferir por lá o que deixei para cada um de vocês.
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E hoje, o assunto é o livro que comecei a ler e que já estou achando muito interessante
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O Arroz de Palma de Francisco José Alonso Vellozo Azevedo, dramaturgo, roteirista cinematográfico, poeta e ex-diplomata.

Quando li sobre ele no jornal de domingo na seção Prosa & Verso, fiquei curiosa e louca de vontade de tê-lo rapidinho nas mãos e , agora à noite, meu marido trouxe-me e já comecei a folheá-lo.
Trata-se de um romance de gerações que se sucedem, entre amores, brigas e mudanças. E o arroz é o que foi jogado sobre os pais de Antonio que se casam em Viana do Castelo, Portugal e ganham da Tia Palma, irmã e cunhada que cata 12 quilos de arroz do chão da igreja, símbolo de fertilidade, amor e votos de felicidade para o casal. Podemos acompanhar os 100 anos de história de uma família onde muita coisa acontece.
Para dar um gostinho do que estou lendo, deixo aqui um pequeno trecho desta leitura deliciosa desde o título - O Arroz de Palma -


“…Tantas questões por responder. Afluentes de um só rio somos todos, acredito. Artérias de uma só veia que deságua no coração. Bela missão esta que nos foi dada: a de nos criarmos e recriarmos pacientemente a cada dia. Sem que o sangue jamais nos suba à cabeça, é o que peço. Família somos todos.”

“Cedo também aprendi que o corpo conhece outras maneiras de se purificar. A urina, a menstruação, o vômito, as espinhas, o esperma, a coriza e o suor, tudo nos purifica. O que o corpo põe para fora é sinal de purificação. Assim, as lágrimas seriam a forma mais elevada de nos purificarmos. E o nascimento de uma criança, a mais completa.”




12 comentários:

Isabella disse...

Oi Beth, acabei de começar The Seamtress, escrito por uma brasileira e estou achando interessantíssimo! Depois vou fazer um post sobre o livro.

Já passei sua dica pra minha mãe. Tanto ela como meu pai vem de famílias portuguesas então caho que ela vai gostar!

bjs de sol, finalmente!!!

Mila Viegas disse...

Ai parece lindo!!! Faz tanto tempo que não leio nada novo!!! Vou caçar livros que ainda não li aqui na minha "bibliotequinha"... e arrumar um tempinho nem que seja pra ler uma pag por dia! (pior é que não consigo ler só uma... rs)

beijos

Fê França disse...

Eu adoro dicas de bons livros, sempre estou lendo, amo ler... embora eu devo admitir que tenho mais escrito que lido :o) Beijos!!!

Isabela disse...

Ah, que legal! Gosto muito desses livros em família! O último de li assim foi Cisnes Selvagens, que conta a história de 3 gerações de mulheres na China do século XX, avó, mãe e filha (a escritora), passando pelo colonialismo, pela revolução cultural e pela abertura ao ocidente!

ML disse...

Nunca tinha pensado que as lágrimas (e olha que eu choro, muito e à toa) purificam!

AMEI, Beth!

Só gente muito espiritualizada tem um parceiro alma gêmea.

Um encontro de almas é um presente de Deus!

Parabéns so casal. E + FELICIDADES!

bjnhs

Meire disse...

Hum gostei...vou anotar aqui na minha listinha este titulo.
Bjs

Bia disse...

Dica de leitura são sempre bem vindas! :)

Lu Olhosde Mar disse...

estou lutando pra terminar o 'quando nietxche chorou' mas to bem empacada. dificil acontecer isso comigo, sou uma devoradora de livros! beijo, querida!!!

Lúcia Soares disse...

Ler é muito, muito bom. Ganhei 4 livros no aniversário, em abril. Ainda estou no primeiro. Todos foram sugestões minha mesmo. Aquele presente que quem dá gosta, porque já sabe que vai de encontro ao que o presenteado quer. Ando meio atrasada, fiquei muito tempo ser ler livros, só lendo blogs. O que também pode ser ótima leitura.

As aventuras de uma brasileira no Egito disse...

Web-Mammys

Amo ler tbem, mas ultimamente minha leitura tem sido o atraso dos blogs amigos...kkkkkk

Preciso por minha vida em ordem, mas Grcas a Deus ela ja esta neh?

Beijos nossos....

Ainda estamos firmes e fortes, aguarde noticias.....

Fiquem com Deus

Barbrinha & Bebejinho

Silvia Masc disse...

Teu post, me remeteu a uma passagem da minha vida bem interessante. Quando meu filho na época com 12 anos, soube que ia ganhar um irmão(a) por parte do 2o. casamento do pai, passou a ter a necessidade de resgatar o período dele quando bebe, perguntando muito sobre essa fase. Eu então abria os albúms de fotos e contava as fases de acordo com as fotos.Me ocorreu tb. de juntos, viajarmos para a cidade aonde eu havia passado quase que toda a minha infância, e o levei nos lugares que eu havia frequentado, desde a sala de aula, parque, cinema (que já não é mais cinema é atualmente uma igreja), as ruas que eu frequentava visitando amigas... etc... E a cada lugar, eu contava á ele passagens da minha infância, e o quanto fui feliz ali. A mesma família que comprou a casa do meu pai ainda residia e nos permitiu entrar na casa, que pouco havia mudado, ao entrar no que era o meu quarto, tomei um susto, eu que quando criança o achava imenso, o vi tão pequeno... entendi que a minha estatura na época, não alcançava a dimensão real... foi uma experiência muito interessante, que tive a felicidade de compartilhar com meu filhote, e foi um santo remédio. Após a viagem, ele se acalmou com a chegada do irmão. Creio que ele também entendeu, que as mudanças, nem sempre significam que sejam ruins, já que continuamos felizes em outro lugar. Hoje ele adora o irmão, e o irmão o tem como um ídolo...

Sonia H. disse...

Umh... fiquei com vontade de conhecer.
Gosto de romance de gerações. Um que me é inesquecível é O Tempo e o Vento, o clássico maior do Érico Veríssimo.
Beijos,