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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Auto Estima


Conversei estes dias com uma amiga sobre este tema e, conversa vai, conversa vem, descobri que nunca me vi em situação desse tipo,-  sem amor próprio, sem auto-estima.  Eu gosto de mim. ponto!
Apesar de serem sentimentos que podem beirar o narcisismo ou a arrogância, percebo, falado não por mim, mas pelos que me conhecem e comigo convivem que não sou assim, apenas sou o que podemos intitular vulgarmente de "descolada".  

Sinceramente, não vou estender-me muito sobre este assunto, pois avalio que pessoas mais abalizadas na área da Neurolinguística ou Psicologia o farão melhor, porém o que sinto e posso dizer sobre falta ou baixa auto estima é que isto acontece e se forma na relação que temos com as pessoas à nossa volta desde que nascemos.

Tive uma infância normal, cercada pelo amor de minha mãe e pai e meus dois irmãos, assim como de amiguinhos, e não me lembro de nada que possa ter me fragilizado ou me deixado sem confiança em mim mesma como ser humano, pois penso que somos a soma de tudo que fizemos no passado, desde a infância e por isso vemos reflexo de muitas atitudes no momento atual. 

Mas, pode ser que eu não me enxergue, não tenha uma verdadeira consciência sobre minha personalidade, afinal somos imperfeitos e, eu, não tenho a pretensão de ser perfeita. 





Você conhece aquela história de que os tapetes persas sempre tem um pequeno erro, um minúsculo defeito, apenas para lembrar a quem olha de que só Deus é perfeito? Pois é, a Arte da Imperfeição começa quando a gente reconhece e aceita nossa tola condição humana. 
(Adilia Belotti)











Este post faz parte da Blogagem Coletiva sobre Sentimentos que a amiga Glorinha do Café com Bolo promove para esta semana.







41 comentários:

Ivana disse...

Beth, o amor é o alicerce da auto confiança: amor por nós mesmos, primeiramente! Quem sentiu-se amado (isso não tem nada a ver com mimado!) desde a mais tenra idade, muito provavelmente crescerá com auto estima equilibrada. Quando a história não for bem assim, aí temos que correr atrás do "prejuízo" ou "pagar a conta" pelo resto da vida. Eu estou correndo atrás do meu prejuízo! ;)
Beijos!

Glorinha L de Lion disse...

Eu tb corri atrás do prejú! Ainda bem que deu tempo e estou conseguindo realizar meus sonhos. Como eu disse lá no blog, Betita, acho bacana quem sabe dosar a autoestima.Quem consegue se enxergar e entender os toques que às vezes nos dão, seguindo a trilha do meio, nem pra um lado nem pro outro. Pq auto estima exagerada beira a arrogância e o narcisismo. E baixa auto estima nos faz ser capacho dos outros e de nós mesmos. O melhor seria se dosássemos de tal forma que fosse 50% de cada né? Beijão e boa madrugada amiga!

Nilce disse...

Oi, Beth

Acordei e vim aqui. Não sabia o que ia fazer pois a minha febre não cede. Lembrei de um texto que tinha postado há um tempo atrás e reeditei apenas.
Não tenho esta auto estima tão elevada como vc. Também acho que tenho bons relacionamentos e tive uma infância e adolescência muito feliz, sem traumas.
Só que infelizmente preciso matar um leão por dia ou no máximo por semana, rsrs. E ainda não parei pra pensar o porquê.

Bjs no coração!

Nilce

Mari disse...

Eu já tive meus momentos de baixa auto estima. São aqueles momentos em que eu estou preocupada demais.

Vc falou a palavra chave, a gente tem que ser descolada e driblar qualquer pensamento negativo e não nos deixar abater por eles.

Bjs

Manuela Freitas disse...

Olá querida Beth,
Este tema para mim foi difícil, andei a fazer alguma pesquisa e só encontrei o Narciso, mas esse é um expoente máximo do amor-próprio. Se existe? Claro que existem montes de pessoas cheias de arrogância e vaidade, mas essa é uma fauna que me chateia à brava. De facto, em tudo tento andar pelo meio, usando a auto-critica quando é preciso!
Beijinhos,
Manú

Tati Pastorello disse...

Bárbaro Beth! Amei seu texto. Amar-se é aceitar-se, com qualidades e defeitos. Concordo com você que somos a soma de tudo que experienciamos desde que nascemos (ou mesmo antes). Até certo ponto os traumas de infância podem ser responsáveis, chega uma hora que somos capazes de mudar o rumo de nossa história e assumirmos a direção. Eu também gosto muito de quem eu sou. Não fui sempre assim, já tive fases de baixa auto estima...
Beijos.

Alexandre Mauj Imamura Gonzalez disse...

Vc me passa esse equilíbrio. Uma pessoa que está de bem consigo mesma (auto estima) sem exageros no alto ou no baixo (arrogância de se achar o máximo ou falta de amor próprio e se achar um lixo).
Esse equilíbrio é bem delicado, difícil de ser alcançado.

(Beth, obrigado pelos links dos vídeos, eu morri de rir rs) bjs

Astrid Annabelle disse...

Bom dia Beth!
É isso mesmo...gostar do jeito que somos, mesmo porque esse gostar não diz respeito a mais ninguém.
Somos aquilo que somos, nem certos nem errados, sem títulos nem rótulos, apenas felizes e verdadeiros, gratos por ser da maneira que nos percebemos.
Bonito texto e com uma frase muito bem lembrada da Adilia Belotti...
Adorei!
Um beijo gostoso para um excelente dia!
Astrid Annabelle

Chica disse...

Muito legal!Todos somos imperfeitos e saber nos aceitar e nos gostar é preciso...beijos,chica

Meru Sâmi disse...

OI,
Bonito, simples e conciso o que você disse.
Parabens!

Beijos.

Lúcia Soares disse...

É issso, Beth. Acho que passa muito pela criação das pessoas. Não tenho nada traumático da infância, sempre me dei bem com pais e irmãos, mas havia uma certa concorrência. Afinal, éramos 10 filhos! Como pensar que cabiam todos nos corações dos pais? rsrsr
Como tanto se tem dito sobre emoções e sentimentos, somos um pouco de tudo.
A receita é saber dosar.
(Achou que não postaria hoje? rsrsr Não me conhece bem...Sou danadinha, ninguém me derruba fácil, não!
Será minha autoestima aflorante? rsrsrrs)

pensandoemfamilia disse...

Oi Beth
Gostei muito, simples, sincero e objetivo seu post. O amor nos constrói em pessoas autoconfiantes e´pelo que nos relata vc o teve, e muito.
Aceitação pelo que somos é muito importante, não paralisarmos numa única imagem, pois estamos em constatntes mudanças físicas e emocionais.
bjs carinhosos.

Wilma disse...

Então, Beth, nem sei se sempre tive esta auto-estima de hoje, mas a proporção que vamos nos conhecendo, olhando pra própria história, conversando consigo próprio, vai se aprendendo a si amar cada dia mais. E quando vejo, homens e mulheres, vítimas de suas baixas auto-estimas, logo penso: são pessoas que vivem pra agradar aos outros, não fazem suas escolhas na vida, seguem um modelo fantasioso, que viu em algum lugar, não sei, tenho essa impressão. Conheci pessoas que tinham tudo pra serem descoladas e são engessadas, inseguras, amarradas, capachos de outros...e não creio que seja falta de amor na infância, pois, muitos destes sem essas condições ideais, são pessoas altamente bem resolvidas e com amor próprio elevado. Eu, às vezes me preocupo se beiro ao narcisismo para me agradar, me compreender nos acertos e desacertos, gosto de escolher o que me faz bem, se algo não está bem, doe a quem doer, eu decido pelo meu bem estar, afinal, só eu mesma sei do que preciso para levar a vida de maneira leve.

Macá disse...

Beth
Sabe que a sua imagem (a única que conheço) passa bem isso que você escreveu? Verdade!
No meu post de hoje descrevi uma pessoa assim como você. Maravilha.
Eu não fui sempre assim não, mas já há um bom tempo, tenho minha auto estima em alta. Tem dias que não acordo tão bem e começa a demorar pra melhorar, eu mesma me dou um prazo: até o dia seguinte e basta.
um beijo

Leci Irene disse...

Beth: muito bom qdo a gente se ama. Pessoas assim como vc é que ensinam a outras a valorizarem-se!
Beijos

disse...

Olá Beth, tudo bem? Muito legal ler o que você escreve. Demosntra uma preocupação com o equilíbrio das nossas emoções. Simples e lindo! Bjos

disse...

Olá Beth, tudo bem? Muito legal ler o que você escreve. Demosntra uma preocupação com o equilíbrio das nossas emoções. Simples e lindo! Bjos

Misturação - Ana Karla disse...

"O sinal mais característico da imperfeição do homem, é o seu interesse pessoal."
Allan Kardec

Sei que a auto estima está ligada ao amor próprio.

Gostei muito do seu post e como você abordou, viu?

Xeros para você Beth!

Françoise disse...

Oi amiga querida,

Te vejo assim mesmo, uma mulher que ama a vida , que tira proveito até dos momentos de dor. Expõe de maneira leve e na simplicidade, sentimentos que muitos demonstram dificuldades em administrar.

Sinto orgulho de conhecê-la mesmo que virtualmente.

Bonito texto!

Abraços,
Fran

Cantinho She - Sheila Mendonça disse...

Beth, minha querida, ficou simplemente sensacional, show!
Beijo, beijo e excelente fds! ;)
She

Maria Izabel Viégas disse...

Beth querida,
com certeza vc passa esta imagem mesmo.
Além de "descolada" , muitas qualidades: otimismo, companheirismo, paz, alegria, etc etc etc rsss
Hoje eu vim aqui logo pois no post anterior escrevi um comentário ( um testamento;) ) e perdi!
A imagem do defeitinho no tapete é uma metáfora que faz refletir. Uma pessoa normal sempre a entenderá. Só aqueles que não gostam de si mesmo ou têm egos inflados (pois que gostar demais nem sempre é bom), não conseguem enxergar a beleza das mensagens que chegam a eles.
Gostei muito!
beijos no teu coração!

Ana disse...

Acho que vc disse tudo: amor próprio se constrói na infância e é fortalecido pelo amos que recebemos, permeados de carinho e aprovação.

Um beijo!

Isadora disse...

Beth, concordo que uma boa relação familiar é extremamente importante para a formação de adultos masi bem resolvidos e sem problemas de baixa autoestima, mas ainda assim acredito que pequenas coisas podem dar uma baixada na nossa bola, em nada querendo dizer que somos sempre assim, às vezes pisamos na bola, ou pisam na bola conosco e por mais autoestima que se tenha, ela cai um pouquinho, mas nada que uma pessoa bem otimista e que se ama não tire de letra.
Um beijo

orvalho do ceu disse...

Olá,Beth
Ótimo dia para a gente refletir sobre nossa conduta pessoal.
A INTEGRAÇÃO do nosso ser é processo que vale a pena!
Harmonia e abraços fraternais

Socorro Melo disse...

Oi, Beth!

Muito grata pelas visitas lá no blog, rs.
Também vejo assim, que o processo de nossa vida influi muito na nossa personalidade. Quem teve uma infância dentro da normalidade, e uma família que soube cuidar e amar, dificilmente se torna uma pessoa insegura e infeliz. E autoestima/amor-próprio é isso, sem dúvida, gostar da gente e ser ousado pra fazer tudo que deseja, ou seja, ser capaz.

Um grande abraço
Socorro Melo

manuel marques disse...

Valoriza-te para mais: os outros ocupar-se-ão em baixar o preço ...

Beijinho.

Bordados e Retalhos disse...

Ai Beth achei lindo o seu post. Tão sincero e verdadeiro, com uma mensagem linda. Uma pessoa com uma história assim só pode passar suavidade para os que estão a sua volta.Nem todos tiveram a sorte de nascer numa família estruturada. Ainda assim há os que nasceram, os que são lindos (esteticamente falando), tem recursos,amigos e mesmo assim não se aceitam, não se olham com os olhos perfeitos de criaturas amadas. Adorei. Bjs

Gina disse...

Beth,
Que bom que você teve uma infância num convívio equilibrado, sem exagero para um ou outro lado. Isso, com certeza, ajuda na formação da autoestima.

Deia disse...

Oi Beth! Gostei - simples e sincero. E, quem tem uma boa auto estima se sente à vontade para estar na própria pele. As dificuldades existem? Opa, e como - rsrs! Mas, lembrando do que somos feitos e como direcionamos a nossa vida, conseguimos nos reposicionar e saímos com mais uma lição aprendida! Gostei imenso, viu? Um beijo, Deia.

Beth/Lilás disse...

ALô PESSOAL AMIGO!

ESTOU COM PROBLEMINHAS NA MINHA CONEXÃO E TECLANDO DO PC DO MEU FILHO, MAS À NOITE PROMETO VISITAR TODOS VOCÊS, OK.
AGUARDEM-ME!
beijões

Kelly disse...

Adorei sua postagem, mas a frase final foi explêndida. Bom fim de semana beijos

Luma Rosa disse...

Flor Lilás, não é à toa que tem esta cor associada ao seu nome. Taí uma pergunta que gostaria de lhe fazer: Porque o Lilás associado ao nome?
Perdi a minha auto estima apenas uma vez na vida e quando lembro morro de raiva de mim mesma e como me arrependo! Como fui burra! Mas essa visão que tenho hoje é que me fez arrepender e encarar a minha burrice de frente (rs*)
C'est la vie, hoje sou inteira também! Boa blogagem! Beijus,

ML disse...

Oi, Beth: eu tenho na família alguém que simplesmente desconhece o amor prórpio. Confunde altruismo com sacrifício pessoal. É uma confusão tão danada, que a infeliz criatura perdeu, por diversas vezes ao longo da vida, patrimônio, capital corrente (o das despesas do dia a dia) e a dignidade.
Isso é muito triste.
E a culpa nem é dos "sangue sugas". É dela mesma que não sabe dizer não aos outros. Só a si mesma.

bjnhs

ELA disse...

Oi, Beth!

Acho que vc nos presenteou aqui com um punhado de frases curtas, densas e muito francas. Um depoimento sincero. E isso mostra, olha veja só, justamente a sua segurança. Portanto, don't worry about it, porque vc está realmente bem, no que diz respeito ao tema.

Um grande abraço, linda!
Michelle

Cris França disse...

Oi Beth

que belas palavras vc deixou aqui, foi bom ler.

bjs

Lianara **Lia** disse...

Oi Beth!

Belo texto! Sincero e sensível!
Parabéns!

Beijos
Lia

Bleeding_Angel disse...

Oi Beth! Mto obrigado por visitar minha Cela fria... As portas dakela cela, msm sendo fria, estaraum sempre abertas pra vc, saiba disso.
Olha, gostei mto da sua postagem, foi uma postagem mto sincera e eu gosto disso qndo vou "avaliar" um blog. Eh como o lance da inveja, poucos foram os q assumiram ter esse sentimento, naum me refiro as postagens dos blogueiros, mas as pessoas q comentaram, pq eu assumi q isso era um sentimento humano e normal e, apenas dependia de como canalizariamos isso, pra nosso Bem ou pra ruina do proximo.
Fiko mto feliz em ver pessoas como vc, q sabem lidar bem com seu "eu", q se amam, q assumem o q saum, vc eh das pessoas q eu disse no meu post q reverencio.

EU TE REVERENCIO!

Bjos meu anjo, um excelente final de semana.

PS: Adorei o titulo do blog e tbm o signifikdo dele, alias, adorei tudo aki e com ctza vou retornar.

Mônica - Sacerdotisa da Deusa disse...

Oi flor!
Obrigada pela sua visita, amei!
Muito belo seu post, entendo perfeitamente o que quis dizer.
Adorei em especial essa parte:
"a Arte da Imperfeição começa quando a gente reconhece e aceita nossa tola condição humana", muito bom flor, muito mesmo!
Beijinhos.

Flores e Luz.

Liza Souza disse...

Beth, sempre pensei que o amor que a gente recebe, principalmente na infancia, é que vai ser a base para o homem confiante ou nao que seremos mais tarde. Que bom se todas as maes e pais soubessem disso e amassem seus filhos e pudesses os fazer sentir amados. Lindo post!
Beijos e um fim de semana cheio de paz e alegria!

Heloísa disse...

Beth,
Acho que você usou o termo certo para se definir : uma pessoa "descolada". Auto-estima no ponto exato.
É como é importante, para isso, a forma de criação.
Beijos.

Dani dutch disse...

WEb-mãe, já tive depressão, auto-estima, então devo ter até nascido sem ela... mas com o tempo lendo muito, estudando sobre alguns assuntos me encontrei e encontrei a medida certa também.
Pois se não nos amarmos, se não nos sentirmos bem conosco mesmas como será a vida do lado de fora...bjuss