.....................................................................................................................................................................Porque não só vives no mundo, mas o mundo vive em ti. .....................................................................................................

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Vou voltar, sei que ainda vou voltar...



(Primeiramente um conselho: antes de começar a ler, clique no link da música acima e ouça, baixinho, o remix de O Mar com Madredeus, o melhor da música portuguesa contemporânea e acompanhe o texto)


Desde que comecei a enfrentar meu medo de avião, peço sempre a janelinha para poder observar tudo ficando pequenino e as montanhas, planícies, ondulações, algumas verdinhas, parecendo verdadeiros tapetes sob o sol, e o amanhecer que é muito lindo visto por aquela pequena fresta. Só fecho a janelinha quando entramos em nuvens, acho muito estranho olhar prá fora e não ver nada, dá uma agoniiiia!

Saindo de Londres em dia azul tive a oportunidade de visualizar os lindos campos verdes e úmidos, prédios de tijolinhos vermelhos e as casinhas, a maioria brancas com telhados avermelhados, tudo parecia um presépio delicado. Pena que não pode-se fotografar quando o avião levanta voo e então fiquei a olhar para guardar na lembrança e na retina toda a beleza daquele verde diferente do nosso tropical.

Aproximadamente duas horas e meia depois o avião sobrevoava Lisboa e eu da janelinha olhava, e quanto mais o avião baixava, dizia para mim mesma que não estava gostando do que via. Parecia que estávamos chegando a uma cidade seca, com poucas árvores e muita pedra, prédios e casas da mesma cor e tudo com tonalidades areia, totalmente diferente daquilo que tinha deixado para trás no último sobrevoo por Londres.
Cutuquei o maridex e disse-l he que estava achando a cidade muito esquisita e que não era aquilo que tinha visto nas fotos que ele me trouxera ano passado quando lá esteve. Só que esqueci que eu estava chegando após o verão que foi bastante forte e o outono derruba muitas folhas. Convenhamos que eu estava com a cabeça ainda na Londres que lhes mostrei e o Tico e Teco não estavam conectando-se às novas visões.
Mas, tudo bem, chegamos ao aeroporto de Lisboa que é bem grandão e muito bem localizado, ficando relativamente perto do bairro onde tinha nosso hotel e ao sentir o calorzinho da cidade naquela hora fiquei mais esperta e pensei que aquilo era bom, já que a semana toda não tinha largado meus casacos e cachecói s.

Avenida Roma - Hotel Roma - hummmmmmm, não estou gostando disso, que hotel velho e feio! Quantos prédios velhos e descascados, porquê será que não pintam? Mas essa avenida é tão bonita, ampla, variedade de lojas de um lado e outro e estes prédios, porquê não são pintados? E como se explica este edifício de apartamentos ao lado do nosso hotel com roupas penduradas em cordas do lado de fora das janelas?! Parecia uma adolescente quando diz "eu odeio tudo"!



Bem, isso o marido não soube me explicar e eu também continuo a não entender, parece coisa comum em todo Portugal, mas depois que vi tanta modernidade em prédios novos contrastando com os antigos, só pude aceitar o fato de que é assim que tem que ser aquela cidade, pois quando as luzes das ruas se acendem e a noite chega a coisa se transforma, como uma noiva linda e formosa, aparece uma cidade charmosa e elegante em tons pastéis e alguns dourados.

Mas, voltando ao hotel, posso lhes afirmar que é só feio por fora. Por dentro tem um saguão imenso e bem decorado, quartos confortáveis e amplos, banheiro igualmente amplo e equipado e ainda, de quebra, uma varanda com mesinha e cadeirinhas para você observar o pôr do sol e ter uma boa vista daquele bairro que pareceu-me qualquer coisa de semelhante com algum bairro do subúrbio do Rio de Janeiro. Fiqu ei olhando daquele andar alto (décimo primeiro) e não fiquei muito empolgada, mas meu marido foi logo me animando a deixarmos as malas no quarto e irmos pra rua, já estávamos com fome e ele me sugeriu pegarmos o metrô ali bem pertinho e irmos pro centro, onde ele queria mostrar-me algumas coisas que já conhecia. E lá fomos nós. Escolhemos começar por um lugar chamado Praça dos Restauradores, ampla com vários cafés e bares, turistas variados e monumentos imponentes ao redor e ao centro com um enorme Obelisco que marca a independência de Portugal em 1640 da Espanha.


(Hall do Hotel Roma em Lisboa)





Por ali mesmo almoçamos e comi um bacalhau à natas de lamber os dedos e mandei ver num vinho do porto para celebrar nossa chegada às terras lusas. Meu marido preferiu a famosa cerveja Sagres, mesmo porque o clima era completamente adverso ao que tínhamos deixado pra trás, ou seja, generosos 24 graus naquele entardecer trouxe-nos mais ainda o aconchego do nosso Brasil e aí é que comecei a enxergar diferente. Olhando as luzes da noite que chegava e as pessoas com aquele j eito bem mais perto do nosso povo, mais reais, menos "Harry Potter", mais simples e despojadas, algumas até muito cariocas de sandalinhas rasteiras e blusas deixando ver a barriguinha, outras, turistas europeus na procura por lugares mais aquecidos, andavam mais à vontade, menos produzidos que em Londres, mas numa total tranquilidade que é o sonho de todos nós deste Brasil. Enfim, uma cidade amável, amena e que flui num ritmo bem menos acelerado e mais relaxante. Esta é Lisboa que me lembrou imediatamente o refrão:

"Lisboa, velha cidade,
Cheia de encanto e beleza!
Sempre formosa, a sorrir,
E no vestir sempre airosa.

O branco véu da saudade
Cobre o teu rosto, linda princesa!"




Bairro Restauradores e seu Obelisco)


Pronto, fiquei contente prá caramba! Era um bem-estar diferente, talvez pelo clima gostoso já beirando os 20 graus no anoitecer, como o fato de não sentir-me turista e sim alguém que chegou em sua própria casa.

Afinal, quem descobriu quem?! Lá, parece que estamos cá! Tudo tem uma semelhança, muitos brasileiros trabalham no comércio também e quando você pergunta a alguém por algo, a resposta vem com um sotaque sulista ou capixaba, carioca ou mineiro, mas já guardam a seriedade com que os portugueses encaram a vida. Ouve-se sempre minha senhora pra lá e prá cá e falam baixinho, são educados os lisboetas e o sotaque um verdadeiro regalo.

Na volta ao hotel, de metrô também, pois funciona com tranquilidade e é bem menos complicado do que o de Londres, andamos até o hotel parando e olhando as lojas e galerias daquela avenida sem sentirmos nenhum medo, nenhuma sensação de perigo, tudo que a gente sonha fazer por aqui. Andar simplesmente e olhar calmamente vitrines numa noite gostosa é um luxo, minha gente! E isso pode-se fazer por Lisboa sem medo, assim disseram-me as pessoas com quem falei e usufruem deste privilégio.
Uma delícia, minha primeira noite nesta cidade!




Os dias que se seguiram foram de total surpresa para mim, pois não imaginava tantas novas construções e modernidade em shoppings, museus, diversões e ainda, as facilidades para se chegar a todos estes locais. Utilizamos o mesmo meio de transporte que em Londres, ou seja, ônibus, city tour e metrô. Fizemos também uma viagem com um carro alugado até Coimbra e pudemos constatar rodovias modernas como tapetes, serviços de postos de gasolina self service e também utilizamos os comboios (assim os portugueses chamam os trens) que integram-se com o metrô (que eles chamam de metro sem ^). Assim, você pode ir de Lisboa em poucos minutos até Cascais e banhar-se no mar, fazer um top-less como eu vi desde jovens à senhoras, relaxar ao sol e voltar tranquilamente no 'comboio' para Lisboa, ouvindo música clássica, jazz ou blues. Muito prático, confortável e super tranquilo!


(Senhora fazendo seu topless em Cascais)


(Propaganda de incentivo à limpeza das ruas)


(Cascais)

Neste City Tour que fizemos vi lugares lindos e inesquecíveis, como o Mosteiro dos Jerônimos, Torre de Belém e, falando em Belém, o que é aquele pastel de Belém e aquela pastelaria???
Genteeee, que lugar incrível! A casa é antiquíssima, existe desde 1837 e vende uma média de 14 mil pastéis por dia. Os azulejos azuis cobrem cerca de um metro de cada parede e nos salões abertos para dentro da casa, vê-se turistas de todas as partes e foi lá, num desses salões do meio que encontrei e falei com Ana Maria Braga que estava com um grupo de amigos ou sua equipe, não sei. Tirei uma foto dela ao longe, me aproximei e agradeci e disse-lhe que só assim poderia falar com ela e chegar perto e ainda disse-lhe que estava boba como ela gostava de ir à Portugal sempre! Ao que me respondeu que tinha que ir todos os anos para ver sua "santinha" que pressumi ser Na.Sa.de Fátima e o Santuário que fui também e fiquei de boca aberta com a grandeza do local e das pessoas de coração e fé que vão ali para pedir ou agradecer, algumas até de joelhos até chegar ao grande Santuário erguido em homenagem à virgem.
O comércio da pequena cidadela é todo voltado para este fim e é impossível sair dali sem comprar uma coisinha sequer como lembrança para os amigos ou família.



(Os famosos Pastéis de Belém e o interior da grande loja)













(Fiéis de joelhos atravessando a grande praça)


Quem esteve em Lisboa há algum tempo certamente achará muita coisa diferente hoje em dia, pois as novas construções chamam atenção pela grandiosidade e beleza. Os shoppings, El Corte Inglés com variedades de marcas internacionais e o incrível e enorme Vasco da Gama é um show de modernismo, seus corredores lembram um imenso transatlântico e pontes cruzam de um andar pro outro, mas sempre tem alguma marca brasileira e que faz a cabeça da gente se confundir e pensar em alguns momentos que se está no Brasil e não na Europa. Vi por lá muitas marcas da gente, como: O Boticário, Osklen e Richards. É uma cidade onde o antigo continua também, junto, atestando que os tempos fizeram no hoje esta revolução e o correto aproveitamento do dinheiro público.

Um lugar moderníssimo e aonde não se pode deixar de ir se estiver em Lisboa é o Oceanário.
Fantástica obra situada no Parque das Nações, próximo a duas torres de edifícios de arquitetura futurista. Este Oceanário também é uma arquitetura que lembra um porta-aviões e está instalado num cais rodeado de água. Nele, podemos observar uma grande variedade da vida marinha, peixes enormes, como; tubarões, arraias gigantes, o incrível peixe-anjo e ainda um grupo de pinguins árticos, lontras e plantas marinhas. Este é o segundo maior Oceanário do mundo e você vai ficar sem fôlego diante de uma barracuda te encarando ou um enxame de peixinhos coloridos.




Aliás, vale a pena uma volta à Portugal! Duas, três, quantas forem necessárias para rever o belo Tejo e o seu abraço com o mar. Ou quem sabe sonhar em morar lá um dia, como voltei sonhando. Quem sabe, um dia!


(O Tejo ao longe o mar - minha fotografia)


25 comentários:

Lucia Cintra disse...

Que viagem fantastica, Web-mae e eh tao gostoso ler voce contar a historia... Como ja te conheci pessoalmente, parece que te escuto falar tudinho, do seu jeitinho! Adoro seu modo de escrever e amei as fotos!!! bjos

Camila Hareide disse...

BEth, como já havia dito, Lisboa também é uma cidade que não conheço - e depois do seu post dá uma vontade danada de conhecer...

Amo Madredeus, fui a um show deles em SP - a voz dessa mulher é fenomenal... E amo pastel de belém e toda a doçaria portuguesa. Pelo menos bacalhau eu tenho aqui de sobra!

Obrigada por dividr suas experiências!

beijo

Renata disse...

Portugal nal estava na minha listinha de paises a ser visitados nao... Mas com todo esse charme que vc narrou tudo, eu quero ir ver sim...
Lindas as fotos...
Parece que deu ateh pra sentir o cheiro dos lugares... estranho...
kkkkkkkkk
beijos!

Heloísa disse...

Beth,
Adoro seus relatos de viagem. Parece que a gente está viajando junto, e é muito bom sentir seu entusiasmo.
Se eu já tinha vontade de retornar a Portugal, agora fiquei com mais vontade ainda.
Beijos.

Isabel disse...

Amiga Beth,
compreendo perfeitamente o estranhamento na chegada a Lisboa, vinda de Londres. São cidades completamente diferentes! Mas acho que ao fim de algum tempo, não há como não gostar de Lisboa! Eu amo, claro, é a minha cidade!!
Adorei o seu relato e adorei perceber melhor a sua visão da cidade. Da próxima vez que você vier eu vou te levar aos lugares mais especiais de Lisboa e você vai gostar:)
A roupa na fachada dos prédios vem de séculos atrás. Quando a pessoa já não tem espaço nas traseiras, estende na frente, hihi
Não fica nada estético em prédios mais modernos, concordo com você, mas alguns hábitos demoram a ser ultrpassados!
Bjs

RoCosta disse...

'Ah! Que ânsia humana de ser rio ou cais!' Fernando Pessoa.
Beijos!

Sonia H. disse...

Beth,
Que lindo post! Viajei com as suas fotos e relatos! Estive em Portugal já faz um bom tempo e fiz também um trajeto maravilhoso, começando pelo norte até quase o sul, de carro, no verão. Conheci lugares lindos e nunca vou esquecer essa sensação de já ter estado lá muitas vezes, pela semelhança em muitos lugares com a nossa arquitetura - Adorei relembrar! E certamente voltarei um dia!
Beijos,

Silvia Masc disse...

Beth,
Não conheço Portugal, mas esse post, meu deu um bom incentivo, muito gostoso ler o seu relato.

beijinho e boa semana.

gabriela disse...

Olá amiga que linda maneira de descrever o meu país, adorei a música dos madre deus bom gosto é o que não lhe falta parabéns amiga, quando voltares tens que ir á minha terra, ainda te lembras do nome? eu vou dizer-te (Sortelha) e também a zona onde moro oste tem coisas lindas como a Ericeira Peniche Mafra Sintra etc etc. Fica prometido eu já estou melhor já hoje fui ao cabeleireiro, vou retomar as minhas aulas de Inglês aos poucos vou melhorando amanhã vou á consulta, passa no meu blog para veres a minha cicatriz, desejo-te uma boa semana muitos beijinhos desta amiga já com saúdades

Lúcia Soares disse...

Umaviagem maravilhos lindamente narrada por você, Beth, comsua sensibilidade, poesia e olhos pra ver o melhor de tudo, para elogar. Linda fotos. Bj

Olhos e pensamentos disse...

Adoro como vc escreve os lugares, ou melhor descreve, nos faz viajar e em segundos nos transpotarmos pra Lisboa,muito gostoso mesmo

ML disse...

Beth: que foto maravilhosa que vc tirou do Tejo! Fiquei babando!
Já passei um monte das suas dicas pra minha mãe (até falei que lá ela pode fazer topless - ela ficou animadíssima - brincadeirinha...)
Cara, como é bom estar em lugar civilizado, né?
Voltar andando sem pânico!
Hoje, eu, a 1 hora da tarde, em frante ao Rio Sul, fiquei apavorada com uns pivetes - corri pro lado do guarda que confirmou: eles fazem ponto por ali e roubam mesmo. Por isso tenho até pena da turistada por aqui: sol na moleira, caipirinha na cabeça, tudo distraidão e correndo risco o tmepo todo.
bjnhs, que post BACANA!

Wilma disse...

Continuo viajando na tua viagem. Parece que passaste muito tempo viajando, deu pra conhecer muitos lugares diferentes. Apesar da facilidade da língua, Portugal é um país que sei muito pouco de seu cotidiano, seu viver, educação, moradia, música, etc Gostei do seu relato e obrigada por compartilhar suas impressões. Vou insistir pra ouvir a música q não tocou aqui e a dica aos poucos vou descobrindo, obrigada.

Heloisa disse...

Mais uma vez, voce se superando com suas fotos e narrativas sobre essa magnífica cidade....
Amei!
bjs

As aventuras de uma brasileira no Egito disse...

Estou aqui soh viajando.....deliciaaaaaaaa......e esses pasteizinhos...hummmmmmmm

Web-Mamys suas fotos estao lindassssssss

Beijos e fiquem com Deus

barbrinha e Bebejinho

Ana disse...

Este post é um presente!
Vc descreve tudo muito bem e foi um prazer olhar as fotografias!
Grande beijo!

Luciana Håland disse...

Beth, amei demais esse passeio que você nos proporciona no blog por Portugal, e o fundo musical é maravilhoso também.
Acho que fiquei no Hotel Roma quando passei por Lisboa, um dos hotéis que a TAP hospeda os passageiros, mas não lembro se foi esse ou outro, mas tive a mesma impressão que você teve, de que era um lugar feio demais, e me surpreendi quando entrei, abrimos a boca (eu e maridex) quando chegamos ao quarto, era tudo muito organizado.
Pena que não tive oportunidade de conhecer nada, mas quem sabe volto, esse oceanário eu adoraria conhecer. Fora provar as delícias.
Beijo

Georgia disse...

Beth querida, que post enoooooooooorme, aliás meu próximo post vou exatamente falar sobre os tamanhos dos posts, nada contra você já estou logo explicando, é por causa de pessoas que andam fazendo blogagem...vc qdo o ler vai entender, rs.

Mas olha, um post assim maravilhoso, faz menor, divide em capítulos como eu fiz com as experiências na Alemanha.

Um beijao

aminhapele disse...

Será que é preciso confirmar?
A Beth é uma grande repórter de viagens.
Dá-nos a vida,a côr e o cheiro de cada ponto.
A música,é lindíssima.
Quando tiver oportunidade,numa discoteca próxima de si,procure ouvir Teresa Salgueiro na sua nova carreira,desde que saíu dos Madredeus.
Continua balíssima,agora associada a músicos e autores portugueses e brasileiros.
Nas suas reportagens torna-se visível uma coisa notável:a sua cumplicidade com Wilmar.
Acho muito bonito.
Um abraço aos dois.

Sonhar é Preciso disse...

Se ainda estais por lá...nao esqueça de visitar o Clube do Fado. Bom demais !

Ivana disse...

Ah, Beth, que vontade de voltar... Portugal foi minha primeria viagem ao exterior. Passei lá pouco mais de 30 dias e passeamos de carro do norte até o sul, parando em algumas cidadezinhas (todas lindas!). Mas o tempo parece que vai "apagando" as lembranças e já não lembro muito do nome das cidades que visitei. Mas recordo muto bem da Torre de Belém, das praias do Algarve e sua água geladíssima, das construções antigas, do Tejo, dos telhados vermelhos, do vinho, das comidas maravilhosas (não fui a esta pastelaria famosa...) e lembro muito bem do Santuário de Fátima! Ah, como é belo! Uma energia imprescionante que tem aquele lugar..
Muito bom viajar outra vez, mesmo que virtualmente, através de teus relatos e fotos, a este país maravilhoso e onde eu sei que voltarei!
Beijos!

Isabella disse...

Adoro Madre Deus, Beth! Não deixe de ver O céu de Lisboa, é um filme muito interessante!

Suas fotos estã sensacionais! Preciso voltar a Lisboa!

bjs

Lu Souza disse...

Que eu vou dizer? Fantastico...to aqui babando, nas fotos, e com a impressao que fiz esta viagem com você, ahahaha!

Sara disse...

Amiga, adorei a sua descriçao deste meu pais à beira mar plantado.
Tenho de te enviar o Cd da Teresa salgueiro(vocalista dos Madredeus).
Bjs

Cláudia M. disse...

Beth, para uma portuguesa (de Lisboa) foi maravilhoso ler este seu texto e ver as fotos. O seu relato é mesmo muito interessante, transmite tudo o que viu e sentiu, fiquei totalmente absorvida. :)

Eu adoro a Avenida de Roma, mas qto ao hotel, vc tem razão, ele já merecia uma "maquilhagem", ainda bem que por dentro é + bonito e confortável. É pena estar ali ao lado da linha férrea, bomba de gasolina, etc. Mas ainda bem que a sua 1ª impressão foi totalmente desvanecida por todas as belezas de Lisboa.

beijinhos