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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

O Amor, Romantismo e a Individualidade

O mundo mudou e já faz tempo! Não só em novas tecnologias, trabalhos e a própria independência que nós, mulheres, lutamos para ter. E assim também é com o amor e a convivência mútua de um casal.

Hoje é necessário que se tenha uma nova visão e entendimento, para que os relacionamentos deem certo, pois exige menos romantismo e avanço individual, derivado dos novos tempos. Quem não consegue visualizar esta realidade sofre e se vê frustrado em seu relacionamento amoros
o.

Nesta matéria, o psicólogo Flávio Gikovate fala dessas dificuldades que homens e mulheres teem para se adaptar a este novo tipo de amor. Concordo com ele, pois tenho visto tanta gente reclamando dos relacionamentos que não dão certo, talvez por não enxergarem sob este novo prisma.
Não deixem de ler, é super interessante.



"O amor de boa qualidade se baseia em afinidades grandes, principalmente de caráter, o que costuma acontecer com pessoas com boa maturidade emocional.

O que mais determina a longevidade de um relacionamento é a afinidade, tanto de caráter, como de gostos, interesses e projetos de vida."



10 comentários:

aminhapele disse...

Não sou psicólogo,mas não estou de acordo.
O amor fortalece-se com os pequenos conflitos sobre gostos,interesses e projectos.
Claro que tem que haver uma afinidade emocional,afectiva e sexual.
A partir dessa afinidade,os outros conflitos são saudáveis e solidificam essa primeira afinidade.
Imagine como seria "dolorosa" a vida de um casal que gostasse das mesmas músicas,dos mesmos livros,dos mesmos filmes,das mesmas comidas...
O diálogo,ao fim de dois ou três anos,resumir-se-ia a uma palavra,de cada um:
"-Pois!"

Beth/Lilás disse...

Ah, amigo Rui, mas não precisa se levar tudo tão à risca!
Mas, imagina se um está programando uma viagem para a Europa, por exemplo e o outro quer ir para os States!
Sempre é bom que haja compreensão e entendimento entre o casal, mas não precisa se chegar na chatice da mesmice, claro!
abraço
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Renata disse...

Eu tambem concordo contigo, web-mommys....
engracado que hoje mesmo estava com uma amiga quando o habibi me ligou. falei com ele como nos falamos sempre ao telefone... depois ela me perguntou? como voce consegue manter esse amor todo? Depois de 5 anos, parece que eu te vi falando com ele desse mesmo jeito logo quando voces se conheceram...
achei lindo ela falar isso pra mim... mas nao soube responder... o segredo eu acho eh que eu e habibi conversamos muito... se noa dah pra gente conversar por telefone, vamos por email mesmo, ou entao, mensagens pelo celular... sao muuuuitas mensagens... em torno de umas 600 mensagens de texto por mes... sem contar emails, etc...
eu amo meu gordo!!!
kkkkkkkkk :o)

Laura disse...

Concordo com o que o Rui disse...Pois aqui em casa temos mais diversidade do que afinidade, sempre é preciso ter muito jogo de cintura, mas no final da tudo certo!!
Beijossss

Lucia Cintra disse...

Eu ia falar isso que o Rui comentou, pois apesar de eu e Al termos o mesmo carater, crencas e maneira de pensar, nossos gostos e personalidades sao diferentes.
Temos nossa individualidade e isso ajuda mt a sermos nossa propria pessoa. Sempre aprendendo e crescendo um com o outro. Bjos

Beth/Lilás disse...

Laura e Lucinha,
Mas é isso mesmo que o texto quer dizer - amor-romantismo e individualidades. Temos que ser nós mesmos, mas antes de tudo que sejamos iguais no caráter para dar certo.
beijão
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Ana disse...

Bela indicação de leitura!!
Li, reli, pensei...

Beth/Lilás disse...

Ana,
O texto é excelente para mostrar aos nossos filhos que estão iniciando suas vidas conjugais.
bjs
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Wilma disse...

Aaah Beth também aprecio o que o psicólogo Flávio Gikovate, mas penso que a longevidade de um relacionamento ainda não tem uma receita, é difícil demais duas pessoas viverem por longos anos felizes mutuamente, mesmo tendo estes ingredientes dos quais citou. Muita sorte de quem consegue este equilíbrio e satisfação por toda a vida,mas infelizmente não é muito comum, nem hoje e nem ontem(antigamente).

ML disse...

Afinidade... eis aí a receita.
Será que precisamos de maior elucidação?

bjnhs e parabéns pela lição de vida.