.....................................................................................................................................................................Porque não só vives no mundo, mas o mundo vive em ti. .....................................................................................................

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Como se explica?

Mas o que é isso?!
A cada dia aparece mais coisa estranha nesse mundo de meu Deus!
Coitadinha da criança, mas lembrei-me de uma bonequinha da Estrela dos anos 70 que tinha 4 rostinhos e uma touca com um pom-pom em cima que a gente girava e aparecia um rosto de cada vez.
Se quiserem saber mais sobre esta notícia vejam aqui: http://odia.terra.com.br/ciencia/htm/india_bebe_que_nasceu_com_dois_rostos_passa_bem_163017.asp

Uma delícia de guerra


Lendo a última Veja, descobri um autor que me chamou atenção, principalmente porque é um mestre do humor negro, romancista e soldado - Evelyn Waugh - narra as peripécias de um oficial britânico durante a II Guerra contada com o insuperável humor inglês.

Claro que comprei e já tô me deliciando. Este é o primeiro da trilogia A Espada de Honra - chama-se Homens em Armas.

Completamente encalhada


Não adianta, encalhei mesmo com esse livro.
Levei-o na viagem ao sul e só na ida retornei a lê-lo, mas na volta ele ficou esquecido no fundo da mala.
Tem livros que podem ter um título atraente, mas o conteúdo não prende o leitor, não cresce nos fatos e aí, o jeito é pegar outro. Porque a fila anda e tenho um outro bem mais interessante me aguardando.

domingo, 6 de abril de 2008

Morre Charlton Heston

Morreu ontem aos 84 anos o ator Charlton Heston.
Apesar de eu ter ficado meio indignada quando soube da sua ligação com a influente Associação Nacional do Rifle e da entrevista que ele deu no filme do Michael Moore incentivando o uso de armas pelos americanos, mesmo assim nunca pude apagar de minhas memórias o dia em que assisti ao belo épico Os 10 Mandamentos em que ele interpretava Moisés. Ficaram para sempre gravadas as incríveis cenas do filme e o belo ator que era Charlton Heston.´


Nas décadas de 60/70 era muito comum filmes épicos fazerem sucesso. Quem viveu isso? Lembram de algum filme que tenham deixado lembranças para sempre em sua vida?


Frase do dia

Está lá no meu Orkut a frase do dia de hoje:

" Conhecimento é a única virtude e ignorância é o único vício"

sábado, 5 de abril de 2008

Sábado de chuva e sono

Voltei. Cheguei bem, a viagem foi super-tranquila, mas distante e eu quase não consigo dormir. Ainda tive fôlego para visitar a sogra que estava dodói, almoçar com maridinho, comprar frutas e legumes no Hortifruti e agora................só quero caminha.
Então, boa-noite a todos porque eu já fui!

Cerejeiras em flor






Meu marido fez algumas fotos das cerejeiras floridas em Washington que lhes falei num post anterior e deixo para vocês apreciarem esta beleza da natureza.


Os japoneses chegam em grande número à Washington para ver o florescer dessa árvore que dura aproximadamente 15 dias e que é considerada por eles a árvore símbolo do Japão.

Read & Return - 50% Refund

O título acima em inglês, deve-se a uma política de venda de livros que possibilita as pessoas lerem a custos baratíssimos.

Funciona assim; você compra um livro de qualquer autor ou até mesmo best-sellers como esse abaixo, levíssimo, feito com folhas provavelmente recicláveis e após lê-lo, você o troca em qualquer livraria por 50% para adquirir qualquer outro título que lhe interesse. Deste modo, americanos lêem muito mais e gastam muito menos.
Não seria isto o ideal para um país como o nosso?

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Circulando em Maringá

Fachada do Shopping Aspen.Livrarias




Lindo shopping com grandes marcas.















Rua que o filho mora - bairro Zona 7 - zona estudantil próxima à UEM.



Parece que estamos no Japão, mas é aqui mesmo no Sul.




Caixas do Restaurante Kioto.










Até a fachada do Banco Real daqui está escrita em japonês.


Vista da cidade e seus edifícios, comércio, ruas e hotéis Bristol e Ibis.

Hoje, com a globalização, as cidades do Brasil estão muito parecidas e quase tudo que tem numa tem na outra. Fica difícil até para presentear pessoas, pois tudo que vende no eixo Rio-S.Paulo encontra-se facilmente numa cidade bem longe como essa.
Maringá tem vida própria, tanto comercial quanto cultural. Seu comércio é vasto, espalhado por muitas ruas da cidade e cresce a cada ano que venho aqui. O tráfego também já preocupa com tantos veículos circulando, mas como a cidade é bem jovem, planejada e os políticos daqui parecem menos corruptos, podem ajeitar esses detalhes e não deixar com que os problemas das grandes cidades se instalem por aqui.















































































































Brinco Lady Di



Usei hoje. Obrigada, Maíra.

Saudades do maridinho

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Mais poesia


Marina Colassanti


Eu sei, mas não devia.Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.

E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz.

E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.

A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá pra almoçar.

A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos.

E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa.

E a fazer filas para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais.

E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes. A abrir as revistas e a ver anúncios.

A ligar a televisão e a ver comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro.

A luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural.

Às bactérias da água potável. A contaminação da água do mar. A lenta morte dos rios.

Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta. A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.

Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.

Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.

Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua no resto do corpo.

Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.

E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.

Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.

A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta, de tanto acostumar, se perde de si mesma.


terça-feira, 1 de abril de 2008

1o. de Abril

A página do Orkut está assinada como...Yogurt. Veja o logo no canto esquerdo da página.

Ensinando culinária ao filhote

O apêzinho do Daniel está bem legal!
Quando ele foi embora do Rio nas férias, trouxe uma verdadeira mudança em utensílios domésticos. Na grande maioria coisas que eu tinha em excesso na casa de Petrópolis e que serviu como uma luva para montar seu cantinho.
Mas, ainda faltavam pequenas coisas que hoje eu e ele fomos comprar.

Primeiramente vou contar-lhes minha trapalhada quando fui alugar um carro na Localiza. O Daniel estava louco prá botar as mãos no volante e sair por aí comigo. Então, quando lá estávamos e quase fechando o negócio a mocinha que atende me diz "Mas com esta carrrrrrrrrrteira não dá prá dirigir!". Fui olhar e qual não foi minha surpresa - trouxe a carteira de habilitação antiga e que já estava vencida desde 2004. Toooooooooooóim!

Eu, anta, na arrumação das coisas, peguei a carteira errada. Pensei que estava trazendo a xerox da mesma e nem olhei os detalhes de que aquela era a velha. De hoje em diante vou picotar todas os documentos velhos e não guardá-los mais.

Apesar da frustração do Daniel, fizemos tudo a pé e foi até bom, pois perdemos calorias e pude conhecer melhor a cidade.

No almoço fiz um franguinho de microondas e fiz o filho observar como se faz para que ele mesmo possa fazer suas comidinhas de vez em quando.
Tem certas coisas que a gente deve aprender, porque nem sempre estamos dispostos a sair ou quando o tempo está quente ou frio demais, chovendo ou cansados, saber cozinhar e utilizar os produtos que temos em casa é muito proveitoso.

Agora à noite ele está na faculdade e quando retornar irá comer o que ele mais ama - Homus Tahine - fiz prá ele e deixei a receitinha para que possa fazer sozinho quando eu for embora.

Mãe é isso aí!!!