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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Uma boa dica em DVD


Quando se tem o corpo funcionando plenamente não damos a mínima atenção para este fantástico, maravilhoso, incrível e
frágil corpo. Mas, se a vida nos assusta com a perda de uma dessas funções ou de quase todas, aí é um verdadeiro martírio em vida. Como foi o caso de Jean-Dominique Bauby o todo poderoso editor da Revista Elle, que sofreu um derrame cerebral e, quando acordou do coma, o único movimento que lhe restou no corpo foi o do olho esquerdo.

Este foi o filme que vi ontem e que é baseado na história real deste homem que perseverou heroicamente na determinação de se manter vivo, mesmo diante da terrível paralisia de praticamente todos os músculos do corpo, exceto dos que controlam o movimento dos olhos. Chama-se síndrome "locked-in". E é com sua mente e o olho esquerdo que ele sobrevive para contar-nos sua instigante história.

Embora lembre um pouco o filme Mar Adentro, que também teve um personagem real e que não podia fazer nada, preso que estava naquele corpo inerte, em O Escafandro e a Borboleta, temos cenas com belas paisagens e outras até pitorescas diante da dificuldade e o bom-humor de Jean-Do diante de algumas situações.

Filmes assim, ajuda-nos a repensar o que fazemos para preservar este nosso corpo maravilhoso, além dos apelos estéticos e vaidosos que o mundo atual nos impõe. Estamos tratando bem de nós mesmos (lá dentro)?



"Decidi parar de ter pena de mim mesmo. Além do meu olho, há duas coisas que não estão paralisadas: minha imaginação e minha memória."
(Jean-Dominique Bauby)



6 comentários:

Lucia Cintra Stevenson disse...

Nao sei, nao... acho que preferiria morrer do que viver paralisada assim. Vi um programa recentemente sobre umas tecnologias fantasticas que e' tipo uma toca com pastilhas eletronicas, sensiveis a certas funcoes de parte de nosso cerebro.

Estavam a testando num cientista/professor que tinha aquela doenca lou gehrig (nao sei o nome em Portugues), a qual te paraliza os musculos do corpo inteiro, mas a mente continua boa.

E' era incrivel como, conectada com um computador, ele conseguia se comunicar atravez de letras, palavras e frases compostas com a ajuda dessa toca e computador.

Se ainda nao conseguimos descobrir a cura, pelo menos uma tecnologia dessas melhora extremamente a vida de uma pessoa.

bjos

Flávia Fayet disse...

Vou ter que ver... Bjs

Lúcia Soares disse...

Putz! Que sufoco...E as pessoas, ainda assim, não querem morrer. Acho que é mesmo aquela velha história: quando Deus fecha uma porta, abre uma janela...Não se pode desanimar, a ciência está aí, tentando de todo modo ajudar.
Não vi nehum dos filmes. Devem ser tristes demais. Ando numa sensiblidade...

As aventuras de uma brasileira no Egito disse...

Bethizinha,

Obrigada pela dica...

Mais um que vai para a listinha dos que quero assitir......e se Deus quiser usarei-os no tempo da esperaaaaa....kkkkkk

Beijos e fiquem com Deus

Barbrinha

ML disse...

Depoimentos assim chocam, né?
Que força interior.
E eu aqui reclamando e uma espinha, que vergonha.

bjnhs, querida.

RoCosta disse...

Beth estou a um tempo querendo ver esse filme...
Forte abraço, Lilás.