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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Adoção - Blogagem Coletiva


A Blogagem Coletiva sobre Adoção começou hoje e promete grandes e lindas histórias que servirão de exemplos e incentivos para quem quiser adotar uma criança e ainda tem alguma dúvida.

A história que mostrarei abaixo é verdadeira. Minha grande amiga Fátima, enviou-me especialmente para esta blogagem e, como poderão sentir no decorrer da narrativa emocionante, há nela explícita toda a materialização de um sentimento profundo de doação e amor, retribuição do mesmo e total realização pessoal.

Tenho muito orgulho de ter a Fafá e sua família como amigos do coração e, com a anuência do Thiago, querido e lindo à esquerda da foto, apresento-lhes uma história de amor com final feliz.


Mais histórias sobre Adoção você encontra aqui.

Senta, porque o texto é grande, mas vale a pena ler tudinho!




Adoção: Amor por vontade de amar (por Fafá)


Quando minha amiga Beth me falou sobre a blogagem coletiva, com o tema adoção, adorei a idéia no ato, mas claro que precisava conversar com as outras partes interessadas, ou seja, meus filhos e meu marido. Aprovação total e para meu orgulho maior, o apoio irrestrito do Thiaguinho. Thiaguinho, que não é mais Thiaguinho, é Thiagão, tem 24 anos, mas pra mim, continuará sendo Thiaguinho e ponto final.

Tentarei resumir nossa história, sim “tentar”, pq não se fala de 22 anos de vida em comum rapidinho, não é?

Comecei a namorar meu marido com 14 anos e ele 16. Eu a típica garotinha romântica e ele o típico rapaz de família. Nos casamos em 1984, eu com 19 anos e ele 21. Nossos pais não eram muito a favor, mas ele havia passado no concurso, para o antigo banco estadual BANERJ e o salário dava bem para nós dois, daí concordaram. Claro que pretendíamos continuar estudando, ou melhor, ele pretendia, porque eu não pretendia não. Eu queria ser DONA-DE-CASA, é isso mesmo DONA-DE-CASA.
O ano de 1985 passou rapidinho, lua-de-mel, casa novinha, compra do nosso primeiro carro e a decisão de que era hora de voltar a estudar.
Meu marido resolveu fazer o vestibular para engenharia civil, meio sem acreditar que passaria, já que estava sem estudar a um tempinho. Passou!

Ahhhhhhh, nesse meio tempo, meus pais foram a Portugal e qdo voltaram cogitaram a possibilidade de mudarmos para lá, já que aqui vivíamos uma fase de muitos seqüestros, meu pai era comerciante, um bom alvo. Fala daqui, pensa dacolá e decidimos que mudaríamos para Petrópolis, não sairíamos do Brasil e moraríamos num lugar tranqüilo. Meu pai comprou um terreno grande e começamos a planejar e tb construir nossa casa.
Filhos??? Agora não! Eu respondia resoluta. Afi
nal, estávamos com apenas 1 ano de casados, com a perspectiva da construção de uma casa em outra cidade e a faculdade de engenharia. Casal ajuizado, certo? É...certo, ou melhor, deu certo, mas não foi bem assim que aconteceu.

Logo que meu marido passou para a faculdade, eu visitei um orfanato com minha mãe. Ela costumava ir num asilo, eu tentei, mas não passei da varandinha que havia na entrada da enfermaria, chorei horrores, daí pensei que um orfanato seria bem melhor para visitar, afinal crianças são muito alegres.
Minha mãe perguntou a freira como poderia ajudar, ela se referia a mantimentos, produtos de limpeza ou higiene. Para minha surpresa, a freira disse que estavam com um menino muito doente e mandou buscá-lo. Ai, ai, aiiiiiiii não teve nem jeito, foi AMORRRRR a primeira vista. Dois aninhos, moreno, cabelos castanhos dourados cheio de cachinhos, olhos como jabuticabas, cílios enormes...LINDOS! Thiaguinho, havia tido paralisia cerebral no parto, não andava, não falava, tinha um buraco no pescoço, respirava mal (como se tivesse bronquite), exalava um cheiro ruim, que eu imaginava ser do pescoço.
Minha mãe se ofereceu para levá-lo a um
pediatra e custear o tratamento. Combinaram uma nova visita, para quando a diretora estivesse presente e pudéssemos ter a autorização, para levá-lo ao médico. A congregação era em Recife e era lá que a diretora estava.
Voltamos no dia marcado e a diretora não permi
tiu. Disse que só com autorização do juizado, ou com autorização da mãe.
Thiaguinho nesse dia estava pior, saí de lá arrasada, eu sabia que meu pai não poderia fazer nada, naquela época ele tinha padarias, restaurantes e essas coisas tomam tempo.

Naquela noite, meu marido chegou da faculdade e eu estava chorando, contei-lhe o que havia acontecido e pedi para que fosse lá comigo para ver o Thiaguinho.

No dia seguinte lá fomos nós, a freira mandou buscá-lo e lá veio meu pequeno, segurando numa das mãos, um saco plástico com umas coisinhas dentro e na outra um pente enorme. Olhar caidinho, muito gripado, o mesmo cheiro e a respiração bem difícil.

Meu marido tem bronquite e achou que aquela chiadeira no Thiaguinho tb fosse, não era.
Depois da visita a conversa no carro foi mais ou menos assim:
- Ele não é lindo?
- É sim!
- Então, já que não se pode tratar dele aí no orfanato, só tem um jeito...
Daí meu marido tentou ser sensato, l
embrar da faculdade, das despesas, construção da casa, dos problemas de saúde...blá, blá, blá.
Na semana seguinte, Thiaguinho piorou e foi internado no Hospital do Fundão. Estava com pneumonia, o cheiro ruim era proveniente de uma esponja no nariz, que estava podre e formando uma cavidade. Vermes e desnutrição. O buraco no pescoço, era uma fístula congênita, que precisava ser operada, caso contrário não teria movimentos do pescoço.
Duas semanas que não pensei em mais nada que não fosse ADOÇÃO. Familiares e amigos dando opiniões, claro que todos contra.
Uma tarde, recebi o telefonema de uma pessoa, que tb visitava o orfanato, havia sido através dela que conseguiram internar o Thiaguinho, alías, foi no carro dela, que ele foi ao hospital acompanhado de uma freira.

Conversamos muito, ela me disse que havia conseguido meu telefone com a freira, que o Thiaguinho iria ter alta, mas que não deveria voltar para o orfanato, já que os médicos temiam que tivesse outra recaída (na verdade, aquela era a TERCEIRA pneumonia).
Tentando resumir...procuramos pela mãe biológica, ela NÃO PODIA ficar com ele, fomos para o juizado e não conseguimos NADA. Fomos para um cartório para tentar a DOAÇÃO, ela não tinha um documento sequer. Tinha que haver um jeito e houve, digamos que um “jeitinho brasileiro”. Na época, eu nem queria saber das conseqüências, de fazer algo fora dos trâmites legais. Pra falar a verdade, nem hoje, se o que estivesse em jogo fosse uma vida.
Não sou a favor de maracutaias, muito menos de “levar vantagem em tudo”. Sou HONESTA, pago minhas contas em dia, mas ali nã
o havia escolha. A mãe biológica não tinha condições, o governo e as freiras não bancavam um orfanato decente, o hospital tb não podia mantê-lo até sua total recuperação. A verdade é uma só: quem quer arruma um jeito, quem não quer, arruma uma desculpa. EU QUERIA!
Saímos do hospital, fomos com a mãe biológica até o orfanato, onde ela assinou um documento atestando que o estava retirando de lá, estava mesmo, ora.
Trinta de maio de 1986, virei mãeeeeeeeee!!! E agora??? Lembrei de um dos ditados que minha avó usa comumente: “as dores do parto ensinam a parir” e fui cuidar do meu filhote.
Tentando resumir de novo...Muitossssssss anos de fisioterapia, fonoaudióloga, pernas engessadas, duas cirurgias e ele es
tá lindo e saudável.

A família não ficou por aí, no final desse mesmo ano engravidei da Carina e depois em 1991, quando ainda faltava 1 ano, para meu marido se formar, tive o Caio.


Thiaguinho tem 24 anos, terminou o segundo grau, tirou carteira de motorista e passou na PRIMEIRA prova e trabalha comigo. Caráter irrepreensível, bondade incontestável. Companheiro de todas as horas e para o que der e vier.Não, eu não sou coruja, ele é que é MAGNÍFICO! Aliás, verdade seja dita, os três são. NUNCA, mas NUNCA mesmo, ouvi de um dos meus filhos, qualquer reclamação por ter dado mais para um, do que para outro. Cresceram sabendo dividir, sabendo respeitar as diferenças, percebendo o preconceito e lutando contra ele. Aprenderam que AMOR, é o maior sentimento de todos e que independe de sangue, precisa mesmo é praticar. Sabem respeitar a vida e se compadecem da dor e do sofrimento alheios.

Bem, pra você que leu o meu depoimento e está aí, com a cabeça fervilhando de dúvidas, conceitos e indagações, já adianto algumas perguntas e respostas, que dei e dou para questões básicas sobre ADOÇÃO, no meu caso, algumas já caducaram, meu filho já é adulto, mas acreditem respondi-as muitas e muitas vezes.

-VOCÊ NÃO TEM MEDO QUE ELE AO CRESCER FIQUE REVOLTADO, E APRONTE?

R: Infelizmente conheço alguns jovens e outros não tão jovens, que teoricamente teriam tudo para serem felizes e são revoltados, outras pessoas que poderiam ser revoltadas e são verdadeiros exemplos, logo, ser adotado não é pré-requisito para revoltas e coisas parecidas.
(No meu caso: nenhum dos três é revoltado não. Cada um tem seu espaço, sua vida e procuram se ajudar mutuamente.)

- VOCÊ NÃO SE PREOCUPA COM A GENÉTICA? E SE OS PAIS BIOLÓGICOS FOREM DROGADOS, BANDIDOS, ALCOÓLATRAS?

R: PRESTENÇÃO NO MUNDO CARA PÁLIDA...o que tem mais por aí, são pais se descabelando, por não saberem a quem seus pimpolhos biológicos puxaram. Quantos e quantos jovens, filhos de pais íntegros e sem vícios, aprontam todas e mais algumas.
(No meu caso: nenhum dos meus filhos tem vícios, aliás nem eu e nem meu marido. Não é por motivo religioso e nem cultural. Somos católicos, pouco praticantes e vcs sabem que até na missa tem vinho, já na parte cultural, eu e meu marido temos ascendência portuguesa, espanhola e italiana, olha o vinho aí outra vez, mas nós não gostamos, fazer o que? Genético eu sei que não é...rssss)


- E SE ELE QUISER CONHECER A MÃE BIOLÓGICA QUANDO CRESCER?

R: Ué, vou ajudar no que for possível. Ele vai deixar de me amar por causa disso? Se eu posso amar 3 filhos, porque ele não pode amar duas mães? Disse e repito, tenho medo que meus filhos amem de menos, amar demais podem e devem.
(No meu caso: Thiaguinho nunca quis conhecer a BIO, mas sempre deixei claro, que ela não o entregou a mim porque quis, e sim porque não via outra saída. Cada um tem uma maneira de fazer e sentir as coisas. Talvez eu,
na pele dela fizesse o mesmo, é fácil ser bom quando se tem tudo, e eu sempre tive tudo, logo não temos como nos comparar.)

E QUANDO VIEREM OS SEUS FILHOS BIOLÓGICOS? VOCÊ NÃO ACHA QUE VAI GOSTAR MAIS DELES?

R: Aveeeeeee-mariaaaaa...aqui em casa não temos fita-métrica para amor. Desde que mundo é mundo, tem gente se descabelando, matando, raptando por “amor”, e geralmente não são do mesmo sangue. Quantas e quantas vezes, em famílias 100% bio , um filho se dá melhor com a mãe, outro com o pai, aliás conheço casos, de mães e pais, que não se dão com determinado filho ou filha de jeitoooooo nenhummmm. Isso significa que não amam?
Já pararam pra pensar, no número absurdo de pais e filhos bios, que tem se matado? E adotados, muito poucos não é?
(No meu caso: Thiaguinho cresceu, vendo o quanto eu e seu pai nos amávamos...ops, nos AMAMOS, sempre soube tb, que ñ tínhamos nenhum laço sangüíneo, logo, ter ou não o mesmo sangue, para nós é fator irrelevante.)

Moral da história: Se puderem, não pensem duas vezes...ADOTEM! Eu poderia dar inúmeras razões, três delas merecem ser faladas:

-A experiência de amar, pura e simplesmente é inexplicável, a adoção é um amor sem rótulo, ou seja, você não ama, pq é seu filho biológico, ou porque é rico, ou porque é lindo de morrer, ou porque vc pariu então tem obrigação de amar. Na adoção, vc ama aquele serzinho, porque quer amá-lo e pronto.

-Quando a criança que você escolhe tem uma história sofrida, você de bandeja aprende a seguinte lição: nem tudo que parece bom, é bom e nem tudo que parece ruim, é ruim. No orfanato uma senhora comentou conosco, que achava que qualquer criança, teria mais chances de sair dali que meu filho, por causa dos problemas de saúde, foram justamente esses problemas, que me fizeram tirá-lo de lá.

-Bons exemplos valem muito mais do que palavras, se você já tem, ou pretende ter filhos biológicos, todos sairão ganhando. Esse ano minha filha ao sair da faculdade, achou na rua um cachorro já grandinho, coberto de sarna e bicheiras, nem de pé ficava mais. Tentou falar comigo mas não conseguiu. Foi num petshop, pediu o carro e o motorista emprestados, para ajudá-la a pegar o cachorrinho. Levou para uma clínica, negociou uma diária mais em conta pq, provavelmente o tratamento seria longo.O veterinário não deu muitas esperanças, mas começou a fazer o que podia. Quando eu cheguei em casa, Thiaguinho começou a me contar, que a irmã havia ligado e falado do cachorrinho. Carina chegou da faculdade, contou toda a saga e receosa que ficássemos chateados ( já tínhamos uma vira-latinha, uma gata ambas encontradas na rua e um mastiff inglês) deu a sugestão, de que cuidássemos dele e depois levássemos para uma feirinha de adoção, seríamos um “lar temporário”. Thiaguinho imediatamente falou: “Lar temporário pra mamãe??? Lar temporário pra ela, vai ser de 18, 20 anos.” Risos generalizados, lógico. Quando eu e meu marido ficamos a sós, ele todo orgulhoso disse: “É estamos plantando sementinhas”.

Num mundo com tanta crueldade explícita, é um bálsamo encontrar jovens que se compadecem do sofrimento alheio, seja ele de uma criança, animal ou idoso.

Torço muitíssimo, para que iniciativas como esta blogagem coletiva se multiplique e mais do que isso, que as pessoas cada vez mais encontrem ou quem sabe descubram, a alegria de se sentir verdadeiramente “fazendo a diferença”.

35 comentários:

Renata Lopes Costa disse...

Noossa..tempinho pra respirar!
Que história linda, parabéns de coração a tua amiga e ao marido dela também, que pessoas maravilhosas, meu Deus até fico sem palavras para demonstrar tamanha admiração, por favor transmita a eles.

Aquela parte que ela conta que ele chegou com um saquinho plástico nas mãos...não teve como não se emocionar imaginando uma criança de dois anos naquelas condições. Família linda!! Parabéns pela bondade, generosidade e acima de tudo pelo grande amor que tinham e tem para dar.

Bjos Beth!

Georgia disse...

Beth, que linda história!!!

E o melhor ainda, é de verdade e com um final feliz.

Estou muito emocionada e tenho que confessar que estou chorando. Acho que hoje vou ler muita coisa parecida hoje na blogagem. Depoimentos como o da Fafa sao nobres, cheio de Amor. Nos ensinam que a vida tem um outro lado a qual muitas das vezes nao queremos ver. Muita gente que tem dinheiro, pensamos que eles nao sao sensíveis a estas coisas. Mas nao é verdade. Hoje em dia muitas pessoas pensam e agem diferentes.

Estou feliz com a blogagem. É um assunto que dói em várias partes, e de várias maneiras. Mas também resgata valores adormecidos.

A ela o nosso muito obrigada, meu e o Dácio e a você querida pela linda engtrevista. E que bom é conhecer pessoas assim e ser amiga, nao é mesmo?

Eu espero, que as pessoas venham ler o seu post, pois elas sairao daqui enriquecidas.

Desejo e oro para que Deus abencoe ainda mais a família da Fafa e a sua também.

Um grande beijo e muito obrigada

As aventuras de uma brasileira no Egito disse...

Ola Beth,

Que coisa mais lindaaaaaaaaaa......

Parabens pela sua iniciativa, e pelo carinho que tem por todos.....

Eu gostaria de participar dessa blogagem, ela acontece soh hj ou eh a semana inteira?

Queria falar da adocao no Egito....

Fatima,

A historia de sua familia eh realmente linda......ne deixou muito emocionada e pelos olhos de cada um nessa foto eh possivel ver o amor que reina em seu lar.....

Que Deus continue te abencoando.....

Beijos e fiquem com Deus

Barbrinha

Jorge C. Reis disse...

Um história que me fez chorar. Obrigado

Lu Souza disse...

Oi Beth, eu que agradeço a visita e a força tbm! É isso menina, tenho que confiar, porque com as dores que sinto, se me desesperar eu morro! rsrsrsrs.

Tô começando a ler o seu post e depois volto pra comentar, mas adianto que me interessou bastante, pois sempre pensei em adotar uma criança (e ter outra), mas com o tratamento, o "Ter" talvez demore um pouco mais...
Bjo pra voce e tenha uma semana iluminada!
Lu

Eduardo P.L disse...

LINDA HISTÒRIA.


Bjs

Fábio Mayer disse...

Bela história.

Olha, não se pode pensar em adotar alguém imaginando sobre sua herança genética.Adoção é ato de amor, e só deve adotar quem tem amor para dar, porque amor ajuda a superar as dificuldades, ele dá forças contra elas.

Essa história comprova isso.

Lúcia Soares disse...

Lindo, Beth. Emocionante, sensível, vale a pena viver pra conhecer gente como os seus amigos. Sinto-me até um pouquinho envergonhada...Há 2 famílias próximas a mim, que adotaram crianças e não foram felizes. Mas como disse a Fafa, isso não é motivo pra que não se adote. Cada caso é um caso e o dela é maravilhoso.
Que lindo você é, Tiago! Deus o abençoe! E aos outros filhos. Que família abençoada! Quanto à Fafa e ao marido, aos pais de ambos, que "embarcaram" nessa aventura junto com eles, que eram tão novinhos,Deus os escolheu para serem agraciados com tão valoroso menino! Estou feliz por ter conhecido você, Beth, e poder conhecer a Fafa. Se puder, quero falar com ela, também...Bj

Fran disse...

Beth,

Parabéns pela blogagem!!!

A história realmente é MARAVILHOSA E EMOCIONANTE!!
Não tenho palavras para descrevê-los!!!!
Família como a deles, é uma família ILUMINADA e AbENÇOADA.
Tenho IMENSO ORGULHO em conhecer essa LINDA família, e também sou grata por tê-los como AMIGOS!!!!
Sou fã de todos vocês!!!!
Bjjs,
Fran!!!!!!!

Sonia H. disse...

Beth!
Nossa! Que história maravilhosa e com final feliz! Por favor, expresse a sua amiga a minha total admiração pela família linda que tem e com certeza estes filhos são especiais pois refletem o que o pai e a mãe semearam e semeiam durante suas vidas!
Eu me emociono com histórias de adoção sempre pois o assunto me diz também respeito diretamente. Ainda não postei, mas postarei em breve. Não sei se conseguirei transmitir tão bem quanto sua amiga pois a emoção costuma me bloquear um pouco.
Beijos e parabéns pela excelente participação!

Lino disse...

Que belíssima história. Uma demonstração de amor imensurável e com uma recompensa posterior.
Minha grande admiração pela coragem.

Grace Olsson disse...

docao é uam amravilha. sofri demais coma eprda de um filho adotiv o e estou na luta para trazer outroq ue vive no rbasil.e ainda tenho 8 criancas na africa.,o coracao vive despedaco, mas sintoa felicidade em mim.bjs e dias fleizesPARABÉNS PARA A SUA AMIGA E VC TBMQ UE NOS TROUXE ESSA HISTORIA COMOVENTE.www.eueorenascerdascinzas.blogspot.com

aminhapele disse...

É um tema que me interessa bastante,embora não tenha filhos adoptados.
Mais logo,tentarei fazer um comentário interessante.
Entretanto,não tenho tempo para isso.
A Beth irá saber porquê e,certamente,irá compreender a minha prioridade desta semana.
Entretanto,convido-a a dar uma espreitadela no Tiromante e fica a saber como era uma viagem aérea para o Rio de Janeiro,a bordo do famoso Graf Zeppelin!
Até logo.
Um abraço.

Lucia Cintra Stevenson disse...

Vc nao recebeu meu comentario? Bjos

RoCosta disse...

Beth... estou com lágrimas nos olhos. Que lindo! Me faz um grande favor? Quando encontra-la transmita-lhe meu abraço mais apertado respeitoso.

Forte abraço, Lilás.

Lucia Cintra Stevenson disse...

Ai, "santo" blackberry - meu comentario nao foi de novo! Rs

Bom, disse que achei a historia linda e bem tocante! Seus amigos tem um coracao de ouro e foram abencoados com uma familia linda!

Eu nao tenho vontade de ser mae, como voce ja sabe, meu coracao nao deseja nem um pouquinho, mas se um dia eu mudar de ideia e for tarde demais pra eu ter um filho biologico, sem duvida nenhuma consideraria adocao.

Tem tanta crianca no mundo precisando de amor!

Adorei a historia! Bjos

Lou Mello disse...

Muito legal. Cada herói de verdade por aí...

Rose disse...

Beth, a história é comovente!
Também tenho uma linda história de adoção em minha casa: meu irmão caçula, hoje com trinta anos!
Concordo plenamente com tudo que a Fafá expôs. Adotar é uma decisão de amor!
Não nos arrependemos! Aprendemos, crescemos juntos e somos muito felizes e íntegros em nosso afeto!
Bela iniciativa a de divulgar coletivamente a importância desse gesto!
Um abraço!
Rose.

dácio jaegger disse...

Além do amor dos homens. É daquele amor do Filho de Deus que o pregou de forma incondicional. Os enjeitados, os doentes, as criancinhas, delas será o Reino de Meu Pai. Impressionante, a Fátima existe. Toda ela é feita de amor. Ela e Thiago conquistaram os corações dos blogueiros que tomaram conhecimento do belo ato. Outros aqui virão, esta história se espalhará. Benditos sejam.
Obrigado Beth Lilás

Renata disse...

Oi Beth,
achei a historia linda... me tocou bastante e me encheu os olhos de lagrimas.
eh muito bom saber que existem pessoas assim no Brasil... Pessoas com um coracao que querem ajudar sem nada em troca...
isso...
... eh amor de mae...
beijinhos!

Miguel disse...

Beth, enfim consegui chegar, ler e me emocionar.
Este relato é, simplesmente,. FAFÁntástico.
Qero tambem te agradecer as palavras carinhosas deixazdas lá no meu cantinho de rabiscos.
eu me emocionei em saber que vc e seu marido chegaram às lágrimas lendo meu depoimento. Obrigadissimo!

Michelle disse...

Muito linda a História

Meire disse...

Que bela participaçao!
Um belo exemplo para quem quer e nao corre atras.
Meire

Luciana Håland disse...

Beth, que história linda essa da sua amiga. Vou colocar um link no meu blog pra essa história do seu blog e comentar sobre ela lá. Eu tenho uma série sobre filhos, porque tê-los ou não tê-los, não sei se você chegou a ver, o meu intuito com isso é mostrar que é comum e são pessoas normais que decidem por não ter filhos, e quem não pode ter também não é uma pessoa anormal, já que a sociedade ainda cobra muito isso de termos que gerar um filho, coisa que não entendo. E acredito que pras mulheres/casais que não podem ter filhos, a adocão é um excelente caminho. E é muito positivo mostrar histórias como essa.
Beijo e uma boa semana.
Luciana

Elisabeth Lorena Alves disse...

Bem,
história magnífica.Chorei e ainda estou emocionada com ela.
O Thiago é um menino de sorte e você uma mulher de ouro.
Parabéns pela iniciativa.
Abrir o coração não é fácil
De meu lado não tive a sorte deste filho tão amado. Nem mesmo uma instituição de caridade me foi apresentada. Vivi de casa em casa porque as pessoas temiam adotar uma menina que tinha família ( e que não a queriam ). Nem mesmo o fato de começar a ler aos 5 anos me ajudaram. A vida me ensinou a ser melhor que isto.
E esta história me fez celebrar o AMOR incondicional. Parabéns.

Espaço Mensaleiro disse...

Beth,

parabéns!

Eliana Alves

Marlene M. disse...

Emocionante relato, me fez chorar , e olha que sou vivida em materia de adoçao , eu tenho dois filhos adotivos e 4 biologicos, minha irma tem 3 filhos adotivos e minha prima tem dois filhos adotivos .
Sempre existe dor e sofrimento em uma adoçao, mas em nossa familia adoçao é por amor e nao por caridade entao as historias sao sempre felizes e cheias de emoçao.
Parabens a essa familia , que Deus os proteja hoje e sempre.
Bjussssssss querida.

Nina disse...

Que bonita a história de vcs, tbm estou emocionada. Qd vc fala do Thiaguinho pequeno, vindo em sua direcao, doentinho, com os olhos tristes, e uma sacolinha de plástico na mao.. oohh dó!

meu Deus, e pensar que tem tanta, mas tanta crianca assim, pelos orfanatos, esperando só um momento de carinho.

ooohh, linda sua vida Beth. E suas palavras foram contra todos os preconceitos existentes. Falou tao bonito. Parabéns! e bjs na família linda que vc formou!

abaixo já! as fitas métricas preconceituosas que pensam medir o amor ,rsrsrs!

Ciça Donner disse...

A história é linda... mas mais lindo ainda sao as resposta dela as perguntas idiotas do povo ahhahahaha

Cristiane A. Fetter disse...

Linda história.
Vai lá em casa que tem um presente para você.
Beijocas

Jens disse...

Oi Beth.
Desculpe a irreverência, mas não posso me conter: PQP! Que baita história de vida! Que belo exemplo de amor e afeto sem fronteiras! Parabéns. Clap! Clap! Clap!
Que Deus mantenha a sua familia sempre iluminada e abençoada.
Um abraço.

As aventuras de uma brasileira no Egito disse...

Oi Beth,

Vc esta bem?

Nao tem postado.

Vou te mandar um e-mail.....

Beijos e fiquem com Deus

Barbrinha

ML disse...

Eu só me vejo como mãe de filhotes de outras espécies que não a humana.
A razão, eu não sei, mas ouso "analisar".
Tenho uma certa vergonha da espécie, tenho total empatia por seres que, uma vez inseridos no "urbus", já que não o "desenvolveram", não têm como se defender.
Se "todos" é demais, diria então que "pouquíssimos" são perfeitos (eu não pertenço mesmo à esta lista).
Parabéns e glória divina aos que conseguem salvar salvando-se não importa a origem da espécie.

E muitos bjnhs a você, Beth, responsável por um webespaço cuja amplidão maior é medida pela boa vontade.

Honra minha ter encontrado o "maegaia".

Ana disse...

Lindo! Lindo! Lindo!
Parabéns para esta família maravilhosa!
Este post foi um presente e tanto!

Vanessa disse...

Esta blogagem está resultando em posts incríveis! Lindo texto, parabéns!

abraço